28 atuações darão vida aos palcos do Fica na Cidade

[email protected] No total são 28 as atuações que entre os dias 13 e 18 de abril vão fazer a festa e levar o som dos mais diversos géneros musicais à casa dos madeirenses que este ano, por força da pandemia, não poderão assistir presencialmente aos concertos na baixa do Funchal, como tem sido hábito. Apesar das circunstâncias, o Festival Fica na Cidade, que marca este ano a sua sexta edição, transmitirá em streaming a energia de sempre a partir dos cinco palcos [Palco do Jazz, Palco da Música do Mundo, Palco da Praça, Palco dos After Parties e Palco das Artes] onde vão acontecer os concertos, que já começaram a ser gravados nas últimas semanas. Fábio Remesso e Miguel Apolinário, curadores do Fica na Cidade, estiveram na rádio 88.8 JM FM e falaram sobre o projeto que, embora vá acontecer num formato excecional, promete não descurar a sua essência. Responsável pelo palco da praça [principal], Miguel Apolinário destaca o facto de este espaço estar preparado para receber performances bastante diversificadas, desde uma onda mais eletrónica ao R&B, dando sempre destaque à música produzida na Madeira. “O palco da praça continua com a génese que teve desde o princípio, ter vários géneros musicais representando a nova música que é feita e não só”, disse o músico, considerando que a realização deste evento vem também dar “um sinal de esperança” ao panorama atual. Destaque ao que é da Região Das 28 atuações em cartaz, apenas sete são de artistas de fora da Região. Ou seja, há 21 projetos musicais madeirenses que vão subir aos palcos deste festival, uma evidente intenção de dar “prioridade ao que é madeirense”, indica Miguel Apolinário. Isto porque, lembra o músico, “não há, infelizmente, mercado na Região”. No entanto, reconhece que nos últimos dois anos tem havido “um grande ‘boom’ nos projetos da música madeirense. Já Fábio Remesso, responsável pelo palco After Parties, um espaço pensado em contexto normal para dar continuidade à festa do palco praça, diz que aqui pisará a “prata da casa”, com vibrações musicais complementarmente distintas. Assim, ao longo de seis dias, a partir das 19h00, em cinco palcos diferentes vão surgir 28 atuações, cada uma entre 30 a 45 minutos, que poderá acompanhar no Facebook do Festival, no Youtube da Câmara Municipal do Funchal ou ainda na Antena 3. Este ano realizar-se-á em formato online, mas a esperança é de que em 2022 o Fica na Cidade poderá voltar aos moldes inicias, sendo acalorado com as palmas de um público presente.

28 atuações darão vida aos palcos do Fica na Cidade
[email protected] No total são 28 as atuações que entre os dias 13 e 18 de abril vão fazer a festa e levar o som dos mais diversos géneros musicais à casa dos madeirenses que este ano, por força da pandemia, não poderão assistir presencialmente aos concertos na baixa do Funchal, como tem sido hábito. Apesar das circunstâncias, o Festival Fica na Cidade, que marca este ano a sua sexta edição, transmitirá em streaming a energia de sempre a partir dos cinco palcos [Palco do Jazz, Palco da Música do Mundo, Palco da Praça, Palco dos After Parties e Palco das Artes] onde vão acontecer os concertos, que já começaram a ser gravados nas últimas semanas. Fábio Remesso e Miguel Apolinário, curadores do Fica na Cidade, estiveram na rádio 88.8 JM FM e falaram sobre o projeto que, embora vá acontecer num formato excecional, promete não descurar a sua essência. Responsável pelo palco da praça [principal], Miguel Apolinário destaca o facto de este espaço estar preparado para receber performances bastante diversificadas, desde uma onda mais eletrónica ao R&B, dando sempre destaque à música produzida na Madeira. “O palco da praça continua com a génese que teve desde o princípio, ter vários géneros musicais representando a nova música que é feita e não só”, disse o músico, considerando que a realização deste evento vem também dar “um sinal de esperança” ao panorama atual. Destaque ao que é da Região Das 28 atuações em cartaz, apenas sete são de artistas de fora da Região. Ou seja, há 21 projetos musicais madeirenses que vão subir aos palcos deste festival, uma evidente intenção de dar “prioridade ao que é madeirense”, indica Miguel Apolinário. Isto porque, lembra o músico, “não há, infelizmente, mercado na Região”. No entanto, reconhece que nos últimos dois anos tem havido “um grande ‘boom’ nos projetos da música madeirense. Já Fábio Remesso, responsável pelo palco After Parties, um espaço pensado em contexto normal para dar continuidade à festa do palco praça, diz que aqui pisará a “prata da casa”, com vibrações musicais complementarmente distintas. Assim, ao longo de seis dias, a partir das 19h00, em cinco palcos diferentes vão surgir 28 atuações, cada uma entre 30 a 45 minutos, que poderá acompanhar no Facebook do Festival, no Youtube da Câmara Municipal do Funchal ou ainda na Antena 3. Este ano realizar-se-á em formato online, mas a esperança é de que em 2022 o Fica na Cidade poderá voltar aos moldes inicias, sendo acalorado com as palmas de um público presente.