ACIF quer obrigar concessionária a garantir viagens para voos cancelados

A Associação de Comércio e Indústria da Madeira (ACIF) defende a revisão do contrato de concessão da linha entre a Madeira e o Porto Santo, por forma a que esta passe “a prever a obrigação da concessionária efetuar as viagens necessárias e adequadas à operacionalização e implementação do plano de contingência”. Esta proposta já entregue ao Executivo madeirense, no âmbito dos contributos para o Plano Estratégico da Economia, enquadra-se não apenas na implementação do plano de contingência do aeroporto para fazer face às situações de inoperacionalidade como na opção de o Porto Santo passar a ser aeroporto alternativo. “A proposta apresentada como Madeira + 1 (Porto Santo) é a que melhor serve a Região, o turismo e a economia da Madeira”, defende Jorge Veiga França, presidente da ACIF, considerando também determinante o aumento da capacidade aeroportuária dos aeroportos regionais. A Câmara de Comércio e Indústria da Madeira entende ainda que, no caso da implementação do sistema Madeira +1, a concessionária da linha entre as duas ilhas deverá ser apoiada – no âmbito do novo Quadro Comunitário de Apoio - na substituição do navio por um mais rápido, mais sustentável e capacitado para se ajustar aos horários e dar resposta aos horários dos aviões que aterrem na ilha dourada em escala para o Funchal. Por outro lado, a TAP e outras companhias aéreas deviam, sublinha Jorge Veiga França, retomar o ‘point to point’ entre o Funchal e as principais capitais europeias, aliviando o ‘hub Lisboa’. A ACIF propõe ainda a criação de um fundo de compensação que suporte parcialmente os custos associados à operacionalidade e ativação das medidas inseridas no plano de contingência, como forma de “mitigar os custos acrescidos das companhias aéreas com os voos afetados pela inoperacionalidade do Aeroporto da Madeira”. A criação de um fundo para financiamento de novas rotas cujas companhias aéreas façam de um dos aeroportos da Região base aérea para as suas aeronaves ou que incentivem a ligação frequente a ‘hubs’ alternativos a Lisboa é outra das propostas para promoção no transporte aéreo na Região. “O relatório de ‘Avaliação da Situação do Transporte Aéreo’ concluiu que as taxas aeroportuárias praticadas no Aeroporto da Madeira estão posicionadas acima das praticadas em destinos próximos, causando problemas à competitividade do destino Madeira”, refere Jorge Veiga França. Perante isto e a inoperacionalidade mais frequente, o líder da ACIF considera ser urgente estabelecer um programa de qualificação do serviço prestado no aeroporto e de um sistema de monitorização da qualidade. “A Madeira precisa de melhorar, a curto prazo, a acessibilidade por via aérea, uma vez que a situação atual penaliza o turismo e os residentes, colocando a Região em desvantagem relativamente a outros destinos europeus e ibéricos”, acrescenta.

ACIF quer obrigar concessionária a garantir viagens para voos cancelados
A Associação de Comércio e Indústria da Madeira (ACIF) defende a revisão do contrato de concessão da linha entre a Madeira e o Porto Santo, por forma a que esta passe “a prever a obrigação da concessionária efetuar as viagens necessárias e adequadas à operacionalização e implementação do plano de contingência”. Esta proposta já entregue ao Executivo madeirense, no âmbito dos contributos para o Plano Estratégico da Economia, enquadra-se não apenas na implementação do plano de contingência do aeroporto para fazer face às situações de inoperacionalidade como na opção de o Porto Santo passar a ser aeroporto alternativo. “A proposta apresentada como Madeira + 1 (Porto Santo) é a que melhor serve a Região, o turismo e a economia da Madeira”, defende Jorge Veiga França, presidente da ACIF, considerando também determinante o aumento da capacidade aeroportuária dos aeroportos regionais. A Câmara de Comércio e Indústria da Madeira entende ainda que, no caso da implementação do sistema Madeira +1, a concessionária da linha entre as duas ilhas deverá ser apoiada – no âmbito do novo Quadro Comunitário de Apoio - na substituição do navio por um mais rápido, mais sustentável e capacitado para se ajustar aos horários e dar resposta aos horários dos aviões que aterrem na ilha dourada em escala para o Funchal. Por outro lado, a TAP e outras companhias aéreas deviam, sublinha Jorge Veiga França, retomar o ‘point to point’ entre o Funchal e as principais capitais europeias, aliviando o ‘hub Lisboa’. A ACIF propõe ainda a criação de um fundo de compensação que suporte parcialmente os custos associados à operacionalidade e ativação das medidas inseridas no plano de contingência, como forma de “mitigar os custos acrescidos das companhias aéreas com os voos afetados pela inoperacionalidade do Aeroporto da Madeira”. A criação de um fundo para financiamento de novas rotas cujas companhias aéreas façam de um dos aeroportos da Região base aérea para as suas aeronaves ou que incentivem a ligação frequente a ‘hubs’ alternativos a Lisboa é outra das propostas para promoção no transporte aéreo na Região. “O relatório de ‘Avaliação da Situação do Transporte Aéreo’ concluiu que as taxas aeroportuárias praticadas no Aeroporto da Madeira estão posicionadas acima das praticadas em destinos próximos, causando problemas à competitividade do destino Madeira”, refere Jorge Veiga França. Perante isto e a inoperacionalidade mais frequente, o líder da ACIF considera ser urgente estabelecer um programa de qualificação do serviço prestado no aeroporto e de um sistema de monitorização da qualidade. “A Madeira precisa de melhorar, a curto prazo, a acessibilidade por via aérea, uma vez que a situação atual penaliza o turismo e os residentes, colocando a Região em desvantagem relativamente a outros destinos europeus e ibéricos”, acrescenta.