África do Sul quer atrair 65.000 milhões de euros em investimento estrangeiro

 Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, encorajou hoje os investidores internacionais a ajudarem a “reconstruir” a economia mais desenvolvida do continente africano, numa conferência que procura assegurar até 65 mil milhões de euros em investimentos nos próximos cinco anos. A Conferência de Investimento Sul-africana, promovida pelo Governo, está a decorrer em Joanesburgo com a presença física de cerca de 175 delegados e mais de mil registados, que acompanham o evento online. “Participam porque acreditam na história da África do Sul, que é uma história de renovação, uma história de um país que não apenas se ergue da devastação do coronavírus, mas é um país determinado a avançar, a crescer, a criar empregos e a proporcionar ao seu povo uma vida melhor”, afirmou Ramaphosa, num discurso proferido no fórum. A conferência deste ano corresponde à terceira edição do evento anual e surge num momento-chave, quando o Governo sul-africano procura lançar bases para a reconstrução da segunda maior economia de África. O contexto em que decorre é também relevante por acontecer nas vésperas da entrada em vigor do Acordo de Comércio Livre do Continente Africano (AfCFTA, na sigla em inglês), prevista para Janeiro próximo, na sequência do atraso imposto este ano pela pandemia da COVID-19.

África do Sul quer atrair 65.000 milhões de euros em investimento estrangeiro
 Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, encorajou hoje os investidores internacionais a ajudarem a “reconstruir” a economia mais desenvolvida do continente africano, numa conferência que procura assegurar até 65 mil milhões de euros em investimentos nos próximos cinco anos. A Conferência de Investimento Sul-africana, promovida pelo Governo, está a decorrer em Joanesburgo com a presença física de cerca de 175 delegados e mais de mil registados, que acompanham o evento online. “Participam porque acreditam na história da África do Sul, que é uma história de renovação, uma história de um país que não apenas se ergue da devastação do coronavírus, mas é um país determinado a avançar, a crescer, a criar empregos e a proporcionar ao seu povo uma vida melhor”, afirmou Ramaphosa, num discurso proferido no fórum. A conferência deste ano corresponde à terceira edição do evento anual e surge num momento-chave, quando o Governo sul-africano procura lançar bases para a reconstrução da segunda maior economia de África. O contexto em que decorre é também relevante por acontecer nas vésperas da entrada em vigor do Acordo de Comércio Livre do Continente Africano (AfCFTA, na sigla em inglês), prevista para Janeiro próximo, na sequência do atraso imposto este ano pela pandemia da COVID-19.