Albuquerque convida Marcelo Rebelo de Sousa a visitar Convento de Santa Clara

O Governo da Madeira vai convidar o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a visitar as obras em curso no Convento de Santa Clara, no Funchal, durante as celebrações do Dia de Portugal, anunciou hoje Miguel Albuquerque. “É uma obra...

Albuquerque convida Marcelo Rebelo de Sousa a visitar Convento de Santa Clara
O Governo da Madeira vai convidar o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a visitar as obras em curso no Convento de Santa Clara, no Funchal, durante as celebrações do Dia de Portugal, anunciou hoje Miguel Albuquerque. “É uma obra muito importante, que dignifica a Madeira e o País”, disse o chefe do Executivo madeirense, antes de admitir a intenção de mostrar as obras de restauro a Marcelo. “Aquando da celebração do 10 de Junho na Madeira, e se o Presidente tiver ocasião, gostaria que ele visitasse esta obra, porque é uma das mais importantes obras de reabilitação do nosso património histórico que estão a decorrer no País.” Este ano, as comemorações do 10 de Junho - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas - decorrem na Região Autónoma da Madeira, sendo que a cerimónia principal terá lugar na Avenida do Mar, a mais emblemática artéria marginal da cidade do Funchal. O chefe do executivo regional deslocou-se hoje ao Convento de Santa Clara, no centro da capital madeirense, onde decorrem trabalhos de beneficiação e reabilitação total do complexo, orçadas em 1,2 milhões de euros. "É uma obra muito importante, uma obra que dignifica a Madeira e dignifica o país", sublinhou Albuquerque, lembrando que o Convento de Santa Clara é um edifício classificado como monumento nacional desde 1940. A primeira fase da empreitada, que deverá ficar concluída em 2021, visa a recuperação das áreas visitáveis, nomeadamente igreja, coro alto e antecâmaras, salas de exposição, capelas, área de reserva, claustro e portaria. O Convento de Santa Clara é o único na Madeira datado do século XV (a construção teve início em 1492), sendo uma das casas religiosas mais importantes a nível nacional naquela época e contém, no seu espólio, pinturas, esculturas, azulejos, talha, mobiliário, elementos construtivos e decorativos únicos. A segunda fase das obras irá incidir na conservação e restauro do património artístico, móvel e integrado, do qual se destacam as pinturas, esculturas, talhas e azulejaria. Numa terceira fase, a intervenção consistirá em dotar o edifício de um percurso visitável.