Apanhadores de lapas no Sistema de Informação do Plano de Aprovação e Controlo dos Estabelecimentos
Apanhadores de lapas no Sistema de Informação do Plano de Aprovação e Controlo dos Estabelecimentos
São dez os apanhadores de lapas que até ao primeiro dia de setembro de 2020 já se tinham inscrito no Sistema de Informação do Plano de Aprovação e Controlo dos Estabelecimentos (SIPACE), da Direção Geral de Alimentação Veterinária, como fornecedores diretos de gastrópodes marinhos, classe que agrupa as lapas, sendo muito provável que este número venha a crescer nos próximos tempos.
É a primeira vez que apanhadores de lapas da Região integram o referido registo, apesar deste já existir há vários anos. Para isso foi necessário que a secretaria regional de Mar e Pescas criasse a legislação adequada que permite o referido registo.
“Ao integrarem este registo nacional, significa que os apanhadores de lapas cumprem as regras que regulamentam a atividade e a segurança alimentar”, esclarece o secretário regional de Mar e Pescas, Teófilo Cunha, que sublinha: “A segurança alimentar estava garantida à partida porque esses operadores têm obrigatoriamente de descarregar o pescado nas lotas.”
Contudo, a legislação agora criada introduz outros níveis de controlo. “O facto de passarem a integrar o Sistema de Controlo, reforça a segurança alimentar porque o registo permite-nos saber quem são os pescadores/operadores que trabalham com os produtos após a primeira venda dos moluscos em lota, e isso confere maior confiança junto dos consumidores”, complementa Teófilo Cunha.
São dez os apanhadores de lapas que até ao primeiro dia de setembro de 2020 já se tinham inscrito no Sistema de Informação do Plano de Aprovação e Controlo dos Estabelecimentos (SIPACE), da Direção Geral de Alimentação Veterinária, como fornecedores diretos de gastrópodes marinhos, classe que agrupa as lapas, sendo muito provável que este número venha a crescer nos próximos tempos.
É a primeira vez que apanhadores de lapas da Região integram o referido registo, apesar deste já existir há vários anos. Para isso foi necessário que a secretaria regional de Mar e Pescas criasse a legislação adequada que permite o referido registo.
“Ao integrarem este registo nacional, significa que os apanhadores de lapas cumprem as regras que regulamentam a atividade e a segurança alimentar”, esclarece o secretário regional de Mar e Pescas, Teófilo Cunha, que sublinha: “A segurança alimentar estava garantida à partida porque esses operadores têm obrigatoriamente de descarregar o pescado nas lotas.”
Contudo, a legislação agora criada introduz outros níveis de controlo. “O facto de passarem a integrar o Sistema de Controlo, reforça a segurança alimentar porque o registo permite-nos saber quem são os pescadores/operadores que trabalham com os produtos após a primeira venda dos moluscos em lota, e isso confere maior confiança junto dos consumidores”, complementa Teófilo Cunha.
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