Aprovada a Conta da Região 2018 com os votos do PSD e CDS

A Conta da Região 2018 foi hoje aprovada pelo PSD e CDS, com os votos contra do PS, JPP e PCP.  Aprovada também foi a conta da Assembleia Legislativa da Madeira. Está assim encerrado o debate no Parlamento Regional. Numa manhã de intenso debate, as parcerias Público Privadas “sorvedoras do dinheiro dos contribuintes”, a política do betão à frente das listas de espera e da Saúde, as reivindicações de uma baixa da carga fiscal “efetiva”, a má gestão dos apoios comunitários e a taxa de risco de pobreza, foram alguns dos assuntos que marcaram as intervenções parlamentares no debate da Conta da Região 2018, na Assembleia Legislativa da Madeira. Muito presente nesta análise à conta da Região, esteve também o arquipélago dos Açores, fazendo as bancadas social-democratas e centristas questão de abordar “o maior rigor” das finanças madeirenses, seja na gestão e redução da dívida, seja no incentivo ao investimento ou na arrecadação de receita. Apesar da oposição criticar a continuidade da política das obras públicas em detrimento de prioridades como a Saúde, Calado refutou a ideia de “rigor e de precisão das propostas de orçamento” e “ a aplicação de políticas responsáveis” como o desagravamento fiscal progressivo e a sustentabilidade das políticas públicas regionais, insistindo que o conjunto das receitas fiscais (“a grande componente da receita) tinha orçamentado cerca de 850 milhões de euros. O vice-presidente assegurou ainda que, graças a esta seriedade, a Madeira está preparada para continuar a enfrentar a pandemia e o ciclo difícil que vai marcar os próximos meses. A Conta da Região 2018 “para desgosto da oposição” vem comprovar, no entender de Pedro Calado, a eficácia das políticas do Governo. “Em 2018, a conjuntura económica regional apresentou melhorias significativas em alguns indicadores, destacando-se o crescimento do emprego (4,2%) a um ritmo superior ao do ano anterior (3,9%), tendo a taxa de desemprego decaído para 8,8%. Em 2018, o PIB cresceu 0.6%, mantendo assim a trajetória de crescimento iniciada em 2014”, sublinhou o vice-presidente do Executivo madeirense, no encerramento do debate da Conta da Região de 2018.

Aprovada a Conta da Região 2018 com os votos do PSD e CDS
A Conta da Região 2018 foi hoje aprovada pelo PSD e CDS, com os votos contra do PS, JPP e PCP.  Aprovada também foi a conta da Assembleia Legislativa da Madeira. Está assim encerrado o debate no Parlamento Regional. Numa manhã de intenso debate, as parcerias Público Privadas “sorvedoras do dinheiro dos contribuintes”, a política do betão à frente das listas de espera e da Saúde, as reivindicações de uma baixa da carga fiscal “efetiva”, a má gestão dos apoios comunitários e a taxa de risco de pobreza, foram alguns dos assuntos que marcaram as intervenções parlamentares no debate da Conta da Região 2018, na Assembleia Legislativa da Madeira. Muito presente nesta análise à conta da Região, esteve também o arquipélago dos Açores, fazendo as bancadas social-democratas e centristas questão de abordar “o maior rigor” das finanças madeirenses, seja na gestão e redução da dívida, seja no incentivo ao investimento ou na arrecadação de receita. Apesar da oposição criticar a continuidade da política das obras públicas em detrimento de prioridades como a Saúde, Calado refutou a ideia de “rigor e de precisão das propostas de orçamento” e “ a aplicação de políticas responsáveis” como o desagravamento fiscal progressivo e a sustentabilidade das políticas públicas regionais, insistindo que o conjunto das receitas fiscais (“a grande componente da receita) tinha orçamentado cerca de 850 milhões de euros. O vice-presidente assegurou ainda que, graças a esta seriedade, a Madeira está preparada para continuar a enfrentar a pandemia e o ciclo difícil que vai marcar os próximos meses. A Conta da Região 2018 “para desgosto da oposição” vem comprovar, no entender de Pedro Calado, a eficácia das políticas do Governo. “Em 2018, a conjuntura económica regional apresentou melhorias significativas em alguns indicadores, destacando-se o crescimento do emprego (4,2%) a um ritmo superior ao do ano anterior (3,9%), tendo a taxa de desemprego decaído para 8,8%. Em 2018, o PIB cresceu 0.6%, mantendo assim a trajetória de crescimento iniciada em 2014”, sublinhou o vice-presidente do Executivo madeirense, no encerramento do debate da Conta da Região de 2018.