Assembleia Municipal: Miguel Silva Gouveia condena forma como “foi marcado este debate à revelia da Câmara”

Na resposta a João Paulo Marques, Miguel Silva Gouveia, começou, primeiramente por condenar a forma como “foi marcado este debate, à revelia da Câmara. Se calhar era para que o executivo não estivesse cá, mas estamos”.  O timing é também errado. “Um ano depois do PSD ter chumbado o Orçamento, um ano depois do PSD ter ateado fogo ao Funchal, marcam este debate para ver o que esse incêndio fez à cidade”, explanou. Mas acredita que o seu executivo, pese todas as dificuldades, esteve a trabalhar ao “contrário do que alguns que se refugiam na corte da Quinta Vigia e vêm agora um ano depois ver os efeitos desse incêndio”, complementou. Assegurou que a sua equipa tem uma vida profissional à sua espera, quando um dia deixar a autarquia, “ao contrário de outros que estão usando a câmara como trampolim político”, motivando um enorme burburinho no auditório. Negou que a autarquia esteja pior hoje, evocou dados que o comprovam, de acordo com a sua leitura, entre os quais “temos a dívida mais baixa de sempre”.  

Assembleia Municipal: Miguel Silva Gouveia condena forma como “foi marcado este debate à revelia da Câmara”
Na resposta a João Paulo Marques, Miguel Silva Gouveia, começou, primeiramente por condenar a forma como “foi marcado este debate, à revelia da Câmara. Se calhar era para que o executivo não estivesse cá, mas estamos”.  O timing é também errado. “Um ano depois do PSD ter chumbado o Orçamento, um ano depois do PSD ter ateado fogo ao Funchal, marcam este debate para ver o que esse incêndio fez à cidade”, explanou. Mas acredita que o seu executivo, pese todas as dificuldades, esteve a trabalhar ao “contrário do que alguns que se refugiam na corte da Quinta Vigia e vêm agora um ano depois ver os efeitos desse incêndio”, complementou. Assegurou que a sua equipa tem uma vida profissional à sua espera, quando um dia deixar a autarquia, “ao contrário de outros que estão usando a câmara como trampolim político”, motivando um enorme burburinho no auditório. Negou que a autarquia esteja pior hoje, evocou dados que o comprovam, de acordo com a sua leitura, entre os quais “temos a dívida mais baixa de sempre”.