Bolsas europeias em baixa à espera de indicadores macroeconómicos

As principais bolsas europeias estavam hoje em baixa, à espera de indicadores macroeconómicos relevantes que possam dar pistas sobre o impacto económico da pandemia. Cerca das 08:55 em Lisboa, o EuroStoxx 600 descia 1,83%, para 307,63 pontos. As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 2,67%, 2,44% e 2,34%, respetivamente, bem como as de Madrid e Milão, que se desvalorizavam 2,26% e 1,48%. Depois de ter aberto em baixa, a bolsa de Lisboa invertia a tendência e, cerca das 08:55, o principal índice, o PSI20, subia 0,17%, para 3,962,46 pontos. Os investidores vão concentrar hoje a atenção nas cimeiras do G20 e da União Europeia e nas medidas que adotem para enfrentar o impacto económico da pandemia, que agora atinge de forma significativa a Europa e os Estados Unidos. Um impacto que se pode ver refletido nos dados dos pedidos de subsídios de desemprego que hoje vão ser publicados nos Estados Unidos, onde também será divulgada o último cálculo da evolução do Produto Interno Bruto (PIB) do último trimestre de 2019, que os analistas apontam para 2,3%. Nas duas sessões precedentes, as bolsas europeias registaram fortes ganhos sustentadas pelo levantamento da quarentena na província chinesa de Hubei, à exceção de Wuhan, onde começou o surto de covid-19, pelas novas medidas adotadas pela Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) e pelo anúncio de um pacote de estímulo de Washington de dois biliões de dólares, o maior da história moderna dos Estados Unidos, destinado a proteger a economia da pandemia. Na quarta-feira, a bolsa de Nova Iorque terminou mista, com o Dow Jones a subir 2,39%, depois da maior subida diária desde 1933 na terça-feira, para 21.200,55 pontos, contra 29.551,42 pontos em 12 de fevereiro, atual máximo desde que foi criado em 1896. Em sentido inverso, o Nasdaq fechou a recuar 0,45%, para 7.384,29 pontos, contra o atual máximo de 9.817,18 pontos em 19 de fevereiro. A nível cambial, o euro abriu hoje em alta no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,0934 dólares, contra 1,0861 dólares na quarta-feira. O barril de petróleo Brent para entrega em maio de 2020 abriu hoje em baixa, a cotar-se a 26,75 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, contra 27,39 dólares na quarta-feira e 24,88 dólares em 18 de março, um mínimo pelo menos desde março de 2004.

Bolsas europeias em baixa à espera de indicadores macroeconómicos
As principais bolsas europeias estavam hoje em baixa, à espera de indicadores macroeconómicos relevantes que possam dar pistas sobre o impacto económico da pandemia. Cerca das 08:55 em Lisboa, o EuroStoxx 600 descia 1,83%, para 307,63 pontos. As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 2,67%, 2,44% e 2,34%, respetivamente, bem como as de Madrid e Milão, que se desvalorizavam 2,26% e 1,48%. Depois de ter aberto em baixa, a bolsa de Lisboa invertia a tendência e, cerca das 08:55, o principal índice, o PSI20, subia 0,17%, para 3,962,46 pontos. Os investidores vão concentrar hoje a atenção nas cimeiras do G20 e da União Europeia e nas medidas que adotem para enfrentar o impacto económico da pandemia, que agora atinge de forma significativa a Europa e os Estados Unidos. Um impacto que se pode ver refletido nos dados dos pedidos de subsídios de desemprego que hoje vão ser publicados nos Estados Unidos, onde também será divulgada o último cálculo da evolução do Produto Interno Bruto (PIB) do último trimestre de 2019, que os analistas apontam para 2,3%. Nas duas sessões precedentes, as bolsas europeias registaram fortes ganhos sustentadas pelo levantamento da quarentena na província chinesa de Hubei, à exceção de Wuhan, onde começou o surto de covid-19, pelas novas medidas adotadas pela Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) e pelo anúncio de um pacote de estímulo de Washington de dois biliões de dólares, o maior da história moderna dos Estados Unidos, destinado a proteger a economia da pandemia. Na quarta-feira, a bolsa de Nova Iorque terminou mista, com o Dow Jones a subir 2,39%, depois da maior subida diária desde 1933 na terça-feira, para 21.200,55 pontos, contra 29.551,42 pontos em 12 de fevereiro, atual máximo desde que foi criado em 1896. Em sentido inverso, o Nasdaq fechou a recuar 0,45%, para 7.384,29 pontos, contra o atual máximo de 9.817,18 pontos em 19 de fevereiro. A nível cambial, o euro abriu hoje em alta no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,0934 dólares, contra 1,0861 dólares na quarta-feira. O barril de petróleo Brent para entrega em maio de 2020 abriu hoje em baixa, a cotar-se a 26,75 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, contra 27,39 dólares na quarta-feira e 24,88 dólares em 18 de março, um mínimo pelo menos desde março de 2004.