Carlos Rodrigues leva a debate críticas ao ministro Pedro Nuno Santos

No arranque dos trabalhos no plenário madeirense, na manhã desta quarta-feira, Carlos Rodrigues, deputado do PSD, levou ao debate enormes críticas ao ministro Pedro Nuno Santos, por dar o dito por não dito e afinal não irá se deslocar à Madeira para esclarecer as suas declarações sobre a TAP e respetiva relação com a Região, nomeadamente o propalado ‘comia e calava’. Carlos Rodrigues, que lidera a segunda comissão, onde teria lugar essa audição, partilhou que o ministro inicialmente aceitou a convocatória e, inclusive, colocou duas datas à disposição. Lopes da Fonseca, do CDS, acredita que poderá ter sido o próprio PS Madeira a ‘dar indicações’ para que não viesse. “Não se pode apontar a Emanuel Câmara o defeito de não ser autonomista, porque ele é autonomista. Mas onde anda o ainda presidente do PS? “Esconderam-no”, respondeu ele próprio. Diz que no cenário que se vai desenhando “advinha-se um novo ciclo do PS Madeira provavelmente ainda mais subserviente a Lisboa”. Em defesa do PS, Victor Freitas perguntou qual o outro membro do Governo da República que já teve na ALRAM. “Nenhum”, lembrou, considerando que na lógica o ministro ‘responde’ na Assembleia da República, arrolando, desta forma os três deputados do PSD em São Bento: “mostra a sua incompetência foi podem chamar o ministro lá”. Na continuidade, Jaime Filipe Ramos apontou diretamente o dedo a Miguel Iglésias, acusando-o de ter votado favoravelmente esse pedido de audição e referir agora que não faz sentido Pedro Nuno Santos cá vir.

Carlos Rodrigues leva a debate críticas ao ministro Pedro Nuno Santos
No arranque dos trabalhos no plenário madeirense, na manhã desta quarta-feira, Carlos Rodrigues, deputado do PSD, levou ao debate enormes críticas ao ministro Pedro Nuno Santos, por dar o dito por não dito e afinal não irá se deslocar à Madeira para esclarecer as suas declarações sobre a TAP e respetiva relação com a Região, nomeadamente o propalado ‘comia e calava’. Carlos Rodrigues, que lidera a segunda comissão, onde teria lugar essa audição, partilhou que o ministro inicialmente aceitou a convocatória e, inclusive, colocou duas datas à disposição. Lopes da Fonseca, do CDS, acredita que poderá ter sido o próprio PS Madeira a ‘dar indicações’ para que não viesse. “Não se pode apontar a Emanuel Câmara o defeito de não ser autonomista, porque ele é autonomista. Mas onde anda o ainda presidente do PS? “Esconderam-no”, respondeu ele próprio. Diz que no cenário que se vai desenhando “advinha-se um novo ciclo do PS Madeira provavelmente ainda mais subserviente a Lisboa”. Em defesa do PS, Victor Freitas perguntou qual o outro membro do Governo da República que já teve na ALRAM. “Nenhum”, lembrou, considerando que na lógica o ministro ‘responde’ na Assembleia da República, arrolando, desta forma os três deputados do PSD em São Bento: “mostra a sua incompetência foi podem chamar o ministro lá”. Na continuidade, Jaime Filipe Ramos apontou diretamente o dedo a Miguel Iglésias, acusando-o de ter votado favoravelmente esse pedido de audição e referir agora que não faz sentido Pedro Nuno Santos cá vir.