Confederação luta por melhores condições nas praças de táxis no Funchal
Confederação luta por melhores condições nas praças de táxis no Funchal
O Núcleo da Madeira da Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) reuniu, esta tarde, com o presidente da Câmara do Funchal, Miguel Silva Gouveia, a fim de abordar vários problemas relacionados com o setor dos táxis,...
O Núcleo da Madeira da Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) reuniu, esta tarde, com o presidente da Câmara do Funchal, Miguel Silva Gouveia, a fim de abordar vários problemas relacionados com o setor dos táxis, no Funchal, com especial ênfase para as dificuldades que os profissionais encontram atualmente nas praças de táxi do município.
“Nomeamos algumas praças que têm problemas bastante graves, desde a praça do teleférico, praça do livramento, à Avenida Luís de Camões, com faltas de casas de banho…O grave problema que existe agora com as praças de táxis, é a falta de lugares. Dizem-se (taxistas) perseguidos pela PSP, só que o problema é que a polícia só está a fazer o seu trabalho, porque eles estão estacionados fora das praças de táxis” expôs Paulo Ricardo Azevedo, diretor do núcleo regional da CPPME.
O porta-voz da iniciativa sublinhou, no entanto, que não estão a pedir mais praças de táxis, mas sim melhores condições. A título de exemplo, falou na zona dos estacionamentos do teleférico. “Metade daqueles estacionamentos são de táxis e a outra metade são de moradores que têm que se deslocar um bom bocado a pé para chegar às suas casas. Porque não, deslocar esses lugares dos moradores para mais perto das suas residências e deixar aqueles espaços para as praças de táxis? Só aí já conseguíamos resolver esse problema que eles têm tido com a polícia”.
Um dos desafios que continua a ser tema de conversa e uma preocupação no setor dos táxis é a UBER que, de acordo com o diretor regional da CPPME, usufrui agora menos domínio do que quando chegou à Região.
“Os taxistas queixam-se bastante à confederação sobre a Uber, mas eu também acho que a Uber tem tido vários problemas” começou por dizer. “Visto que os motoristas da Uber estão a recibos verdes, o pouco valor que eles cobram por deslocação, metade daquele dinheiro é para a aplicação e a outra metade fica para eles, ainda para pagar combustível e pagar as restantes despesas. Portanto pouco ou nada fica, eles também têm andado a desistir a Uber” afirmou ao jornalistas Paulo Ricardo Azevedo.
O representante do núcleo referiu ainda que o chefe do executivo camarário “mostrou-se bastante interessados em resolver este problema para com os motoristas”.
O primeiro-ministro, António Costa, defendeu hoje que, tal como em 1950, quando...
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