Costa aponta junho como mês para fazer balanço e "relançar" economia

O primeiro-ministro definiu, esta sexta-feira, o mês de junho como a altura para fazer o balanço do impacto da pandemia de coronavírus e para poder "relançar" a economia nacional. "Vamos viver até ao final de maio com muitas limitações", explicou. Em conferência de imprensa, António Costa reforçou que o pico da pandemia será em "meados de abril", com os efeitos a sentirem-se até ao final de maio. "Temos de trabalhar com realismo perante os cenários que as autoridades de saúde nos descrevem", disse. O chefe do Governo admitiu que o estado de emergência que entrará em vigor este fim-de-semana terá, muito provavelmente, de ser renovado por mais tempo. "Sejamos francos. Não será daqui a 15 dias que desaparecerem as razões para decretar o estado de emergência", confessou. No Palácio da Ajuda, António Costa realçou que "esta é uma batalha de longa duração" e antecipou três meses muito difíceis". "Prometer o relançamento da economia para amanha seria iludir os portugueses", juntou.

Costa aponta junho como mês para fazer balanço e "relançar" economia
O primeiro-ministro definiu, esta sexta-feira, o mês de junho como a altura para fazer o balanço do impacto da pandemia de coronavírus e para poder "relançar" a economia nacional. "Vamos viver até ao final de maio com muitas limitações", explicou. Em conferência de imprensa, António Costa reforçou que o pico da pandemia será em "meados de abril", com os efeitos a sentirem-se até ao final de maio. "Temos de trabalhar com realismo perante os cenários que as autoridades de saúde nos descrevem", disse. O chefe do Governo admitiu que o estado de emergência que entrará em vigor este fim-de-semana terá, muito provavelmente, de ser renovado por mais tempo. "Sejamos francos. Não será daqui a 15 dias que desaparecerem as razões para decretar o estado de emergência", confessou. No Palácio da Ajuda, António Costa realçou que "esta é uma batalha de longa duração" e antecipou três meses muito difíceis". "Prometer o relançamento da economia para amanha seria iludir os portugueses", juntou.