Covid-19: 15 novos casos elevam para 106 infetados na Venezuela

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou hoje que nas últimas 24 horas foram detetados 15 novos casos de coronavírus no país, o que eleva para 106 o número de doentes com a Covid-19, confirmados oficialmente. “Temos 15 novos casos, que situam a Venezuela num total de 106 doentes infetados”, disse à televisão estatal. Segundo Delcy Rodríguez, os novos casos foram registados nos Estados de Miranda (5), Arágua (4), Distrito Capital (2), Zúlia (2), Bolívar (1) e no Arquipélago de Los Roques (1).  “Chegámos ao dia 13, desde que se detetou o primeiro caso. Podemos dizer que a curva (de casos de contágio) venezuelana permanece plana. Estamos alcançando níveis de contenção da expansão da covid-19”, frisou. A vice-presidente da Venezuela explicou que “mais de 14 milhões de pessoas responderam a um questionário da plataforma Pátria, que permite o autodiagnóstico” da Covid-19 e que as autoridades “visitaram e atenderam os sintomas de 30.145 pessoas” no país. Por outro lado, precisou que foram realizadas 1.830 provas de despistagem. Delcy Rodríguez anunciou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou dois mil milhões de dólares (aproximadamente 1,85 mil milhões de euros) para apoiar um grupo de países no combate ao novo coronavírus. “A boa notícia é que a Venezuela está dentro desse grupo de países que vão ser beneficiados para a aquisição de 'kits' de deteção, trajes especiais e todos os equipamentos necessários para combater a covid-19”, disse. A vice-presidente venezuelana sublinhou que a Venezuela tem recursos para adquirir os meios necessários para enfrentar a crise, mas que “o bloqueio criminoso” imposto pelos EUA “e a confiscação de fundos impedem”. "Enviamos comunicações a 12 governos (de países) onde os recursos financeiros estão bloqueados em 28 instituições bancárias, para que sejam desbloqueados para enfrentar esta pandemia global", sublinhou. A Venezuela está desde 13 de março em “estado de alerta”, o que permite ao executivo decretar “decisões drásticas” para combater a pandemia. O “estado de alerta” foi decretado por 30 dias, que podem ser prolongados por igual período. Os voos nacionais e internacionais estão restringidos no país. Desde 16 de março que os venezuelanos estão em quarentena, estando impedidos de circular livremente entre os vários estados do país. As clínicas e hospitais estão abertos, enquanto farmácias, supermercados, padarias e restaurantes estão a funcionar em horário reduzido, com estes últimos a vender apenas comida para fora. O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 450 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 20.000.  

Covid-19: 15 novos casos elevam para 106 infetados na Venezuela
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou hoje que nas últimas 24 horas foram detetados 15 novos casos de coronavírus no país, o que eleva para 106 o número de doentes com a Covid-19, confirmados oficialmente. “Temos 15 novos casos, que situam a Venezuela num total de 106 doentes infetados”, disse à televisão estatal. Segundo Delcy Rodríguez, os novos casos foram registados nos Estados de Miranda (5), Arágua (4), Distrito Capital (2), Zúlia (2), Bolívar (1) e no Arquipélago de Los Roques (1).  “Chegámos ao dia 13, desde que se detetou o primeiro caso. Podemos dizer que a curva (de casos de contágio) venezuelana permanece plana. Estamos alcançando níveis de contenção da expansão da covid-19”, frisou. A vice-presidente da Venezuela explicou que “mais de 14 milhões de pessoas responderam a um questionário da plataforma Pátria, que permite o autodiagnóstico” da Covid-19 e que as autoridades “visitaram e atenderam os sintomas de 30.145 pessoas” no país. Por outro lado, precisou que foram realizadas 1.830 provas de despistagem. Delcy Rodríguez anunciou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou dois mil milhões de dólares (aproximadamente 1,85 mil milhões de euros) para apoiar um grupo de países no combate ao novo coronavírus. “A boa notícia é que a Venezuela está dentro desse grupo de países que vão ser beneficiados para a aquisição de 'kits' de deteção, trajes especiais e todos os equipamentos necessários para combater a covid-19”, disse. A vice-presidente venezuelana sublinhou que a Venezuela tem recursos para adquirir os meios necessários para enfrentar a crise, mas que “o bloqueio criminoso” imposto pelos EUA “e a confiscação de fundos impedem”. "Enviamos comunicações a 12 governos (de países) onde os recursos financeiros estão bloqueados em 28 instituições bancárias, para que sejam desbloqueados para enfrentar esta pandemia global", sublinhou. A Venezuela está desde 13 de março em “estado de alerta”, o que permite ao executivo decretar “decisões drásticas” para combater a pandemia. O “estado de alerta” foi decretado por 30 dias, que podem ser prolongados por igual período. Os voos nacionais e internacionais estão restringidos no país. Desde 16 de março que os venezuelanos estão em quarentena, estando impedidos de circular livremente entre os vários estados do país. As clínicas e hospitais estão abertos, enquanto farmácias, supermercados, padarias e restaurantes estão a funcionar em horário reduzido, com estes últimos a vender apenas comida para fora. O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 450 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 20.000.