Covid-19: Costa destaca programa de recuperação económica e linha de 240 mil ME

O primeiro-ministro destacou hoje as decisões do Conselho Europeu de lançar um programa de recuperação da economia europeia para o pós-crise de covid-19 e de mobilizar uma linha de financiamento de 240 mil milhões de euros. Esta análise foi transmitida por António Costa no final de mais uma reunião do Conselho Europeu por videoconferência - a terceira no espaço de três semanas - para discutir a resposta conjunta à pandemia da covid-19. Na sua declaração inicial, o primeiro-ministro disse que nesta "longuíssima" reunião foram tomadas duas decisões que caracterizou como "importantes", a primeira das quais referente ao "mandato que foi atribuído para que o Eurogrupo, no prazo de duas semanas, apresente ao Conselho Europeu as condições da mobilização de uma linha do Instrumento de Estabilidade Europeia, no montante global de 240 mil milhões de euros, para financiar os Estados-membros no combate à crise provocada pelo surto do novo coronavírus". Segundo o primeiro-ministro, cada Estado-membro "pode levantar até ao limite de 2% do seu Produto Interno Bruto (PIB)", servindo essa linha "para apoiar os investimentos necessários na área da saúde, designadamente para a aquisição de equipamentos, mas também para financiar medidas de apoio ao emprego, ao rendimento e à estabilização das empresas". A segunda decisão "importante" tomada neste Conselho Europeu, de acordo com o líder do executivo, foi a de mandatar os presidentes da Comissão, Ursula von der Leyen, e do Conselho, Charles Michel, em articulação com as outras instituições europeias, "tendo em vista começar a preparar um programa de recuperação da economia europeia para o período pós-crise". "Ninguém sabe ainda qual o momento zero do período pós-crise, mas é preciso começar a preparar o futuro para que, assim que a pandemia esteja controlada, possamos ir levantando as medidas de confinamento domiciliário e de paralisação da atividade económica, não se perdendo tempo no relançamento da economia", frisou o primeiro-ministro.

Covid-19: Costa destaca programa de recuperação económica e linha de 240 mil ME
O primeiro-ministro destacou hoje as decisões do Conselho Europeu de lançar um programa de recuperação da economia europeia para o pós-crise de covid-19 e de mobilizar uma linha de financiamento de 240 mil milhões de euros. Esta análise foi transmitida por António Costa no final de mais uma reunião do Conselho Europeu por videoconferência - a terceira no espaço de três semanas - para discutir a resposta conjunta à pandemia da covid-19. Na sua declaração inicial, o primeiro-ministro disse que nesta "longuíssima" reunião foram tomadas duas decisões que caracterizou como "importantes", a primeira das quais referente ao "mandato que foi atribuído para que o Eurogrupo, no prazo de duas semanas, apresente ao Conselho Europeu as condições da mobilização de uma linha do Instrumento de Estabilidade Europeia, no montante global de 240 mil milhões de euros, para financiar os Estados-membros no combate à crise provocada pelo surto do novo coronavírus". Segundo o primeiro-ministro, cada Estado-membro "pode levantar até ao limite de 2% do seu Produto Interno Bruto (PIB)", servindo essa linha "para apoiar os investimentos necessários na área da saúde, designadamente para a aquisição de equipamentos, mas também para financiar medidas de apoio ao emprego, ao rendimento e à estabilização das empresas". A segunda decisão "importante" tomada neste Conselho Europeu, de acordo com o líder do executivo, foi a de mandatar os presidentes da Comissão, Ursula von der Leyen, e do Conselho, Charles Michel, em articulação com as outras instituições europeias, "tendo em vista começar a preparar um programa de recuperação da economia europeia para o período pós-crise". "Ninguém sabe ainda qual o momento zero do período pós-crise, mas é preciso começar a preparar o futuro para que, assim que a pandemia esteja controlada, possamos ir levantando as medidas de confinamento domiciliário e de paralisação da atividade económica, não se perdendo tempo no relançamento da economia", frisou o primeiro-ministro.