Covid-19: Das 820 mortes em Portugal 327 foram em lares de idosos

Das 820 mortes registadas até hoje por covid-19, 327 ocorreram em lares de idosos, divulgou hoje a diretora-geral da Saúde. "Nos lares ocorreram 327 óbitos, sendo que a distribuição pelo pais é de 180 na região norte, 106 no centro, 39 na zona de Lisboa e Vale do Tejo, um caso no Alentejo e outro no Algarve”, disse Graça Freitas na conferência de imprensa diária de atualização de informação sobre a pandemia em Portugal. Segundo a diretora-geral da Saúde, a percentagem de casos de covid-19 na população mais idosa que vive em lares “é relativamente pequena”, lembrando, contudo, que esses espaços têm uma grande concentração de pessoas e que é fácil a propagação da doença, mesmo tomando as devidas precauções e as medidas de saúde já anunciadas. “Obviamente que os lares são sitios de preocupação porque têm uma concentração de pessoas vulneráveis, uma população muito idosa e doente”, afirmou Graça Freitas. Contudo, e apesar das preocupações com estes espaços, Graça Freitas afirmou que estar num lar “não é uma fatalidade” e sublinhou que “a grande maioria das pessoas que adoeceram nos lares estão bem e recuperadas”.

Covid-19: Das 820 mortes em Portugal 327 foram em lares de idosos
Das 820 mortes registadas até hoje por covid-19, 327 ocorreram em lares de idosos, divulgou hoje a diretora-geral da Saúde. "Nos lares ocorreram 327 óbitos, sendo que a distribuição pelo pais é de 180 na região norte, 106 no centro, 39 na zona de Lisboa e Vale do Tejo, um caso no Alentejo e outro no Algarve”, disse Graça Freitas na conferência de imprensa diária de atualização de informação sobre a pandemia em Portugal. Segundo a diretora-geral da Saúde, a percentagem de casos de covid-19 na população mais idosa que vive em lares “é relativamente pequena”, lembrando, contudo, que esses espaços têm uma grande concentração de pessoas e que é fácil a propagação da doença, mesmo tomando as devidas precauções e as medidas de saúde já anunciadas. “Obviamente que os lares são sitios de preocupação porque têm uma concentração de pessoas vulneráveis, uma população muito idosa e doente”, afirmou Graça Freitas. Contudo, e apesar das preocupações com estes espaços, Graça Freitas afirmou que estar num lar “não é uma fatalidade” e sublinhou que “a grande maioria das pessoas que adoeceram nos lares estão bem e recuperadas”.