Covid-19: Itália regista mais 195 mortes e continua a reduzir os contágios

A Itália registou até hoje 29.029 mortes com covid-19, com 195 óbitos nas últimas 24 horas, um número superior ao de domingo (174) que tinha sido o mais baixo desde o início da pandemia. A curva de contágio continua a diminuir, tendo sido registados 1.221 novos casos, elevando para 211.958 o total desde que o novo coronavírus foi detetado em Itália, em 21 de fevereiro, segundo a Proteção Civil. Os casos positivos atuais são agora 99.980, tendo diminuído em 199 desde domingo. Os pacientes hospitalizados são também em menor número, totalizando menos de 17.000 em todo o país, e os que estão em cuidados intensivos são 1.479, menos 22 do que no domingo. Na região italiana mais afetada pela pandemia, a Lombardia, houve um aumento de 577 casos, nas últimas 24 horas, e somam mais de 78.000 os casos totais, e as mortes até agora são cerca de 14.300. Em três regiões do país, Úmbria, Basilicata e Molise, nenhum novo caso foi registado nas últimas 24 horas. A Itália lançou hoje a fase dois de emergência no combate ao novo coronavírus, com a retoma de parte da atividade económica - indústria, manufatura, construção e comércio – e com o alívio de algumas restrições de movimento para as pessoas, depois de mais de oito semanas de confinamento. Ainda assim, o Governo alertou que as próximas duas semanas serão fundamentais para verificar se a diminuição das restrições não provoca uma nova onda de infeções. A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 245 mil mortos e infetou mais de 3,4 milhões de pessoas em 195 países e territórios. Mais de um milhão de doentes foram considerados curados. A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China. Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial. Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.

Covid-19: Itália regista mais 195 mortes e continua a reduzir os contágios
A Itália registou até hoje 29.029 mortes com covid-19, com 195 óbitos nas últimas 24 horas, um número superior ao de domingo (174) que tinha sido o mais baixo desde o início da pandemia. A curva de contágio continua a diminuir, tendo sido registados 1.221 novos casos, elevando para 211.958 o total desde que o novo coronavírus foi detetado em Itália, em 21 de fevereiro, segundo a Proteção Civil. Os casos positivos atuais são agora 99.980, tendo diminuído em 199 desde domingo. Os pacientes hospitalizados são também em menor número, totalizando menos de 17.000 em todo o país, e os que estão em cuidados intensivos são 1.479, menos 22 do que no domingo. Na região italiana mais afetada pela pandemia, a Lombardia, houve um aumento de 577 casos, nas últimas 24 horas, e somam mais de 78.000 os casos totais, e as mortes até agora são cerca de 14.300. Em três regiões do país, Úmbria, Basilicata e Molise, nenhum novo caso foi registado nas últimas 24 horas. A Itália lançou hoje a fase dois de emergência no combate ao novo coronavírus, com a retoma de parte da atividade económica - indústria, manufatura, construção e comércio – e com o alívio de algumas restrições de movimento para as pessoas, depois de mais de oito semanas de confinamento. Ainda assim, o Governo alertou que as próximas duas semanas serão fundamentais para verificar se a diminuição das restrições não provoca uma nova onda de infeções. A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 245 mil mortos e infetou mais de 3,4 milhões de pessoas em 195 países e territórios. Mais de um milhão de doentes foram considerados curados. A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China. Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial. Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.