Covid-19: Marcelo defende que decisões sobre fronteiras devem ser tomadas bilateralmente

 O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, comentou hoje a decisão do Governo espanhol de abrir as fronteiras em julho, considerando que temas como esse devem ser tratados “num clima bilateral”, sob o risco de “não dar certo”. O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, anunciou hoje que vai abrir fronteiras em julho e promete dar garantias de segurança sanitária aos turistas, desafiando os espanhóis a planificarem as suas férias, desde já, em território nacional. “Eu não queria falar desse tema, porque é um tema que nós entendemos que deve ser tratado num clima bilateral. Se é um clima bilateral, tudo o que unilateralmente seja feito por um lado, sem ser em conversa com o outro, tem fortes probabilidades de não dar certo”, advertiu o chefe de Estado português. Falando aos jornalistas à margem de uma visita ao Banco Alimentar Contra a Fome, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa destacou que prefere “seguir o caminho que tem sido seguido na parte portuguesa, que é o caminho bilateral”. “Fecha-se de comum acordo e depois os passos são dados, quaisquer que eles sejam, são passos que não devem ser unilaterais. Não pode ser um Estado a dizer ‘eu entendo’ - ou não deve ser – ‘eu entendo isto’, sem haver uma concertação como outros”, defendeu o Presidente da República. Na ocasião, Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado também sobre as negociações com Espanha e com o Reino Unido, com o objetivo de criar corredores que facilitem as deslocações de emigrantes e turistas a Portugal sem terem de cumprir a quarentena imposta por aqueles países, decorrente da pandemia de covid-19. Aos jornalistas, o Presidente adiantou que estas negociações estão a decorrer também “com outros países” e concretizou que Portugal “tem estado a fazer diligência diplomáticas” para “perceber se há, ou não, outros países, no domínio do turismo, em que haja interesse para se criar qualquer coisa como corredores para o turismo”.

Covid-19: Marcelo defende que decisões sobre fronteiras devem ser tomadas bilateralmente
 O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, comentou hoje a decisão do Governo espanhol de abrir as fronteiras em julho, considerando que temas como esse devem ser tratados “num clima bilateral”, sob o risco de “não dar certo”. O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, anunciou hoje que vai abrir fronteiras em julho e promete dar garantias de segurança sanitária aos turistas, desafiando os espanhóis a planificarem as suas férias, desde já, em território nacional. “Eu não queria falar desse tema, porque é um tema que nós entendemos que deve ser tratado num clima bilateral. Se é um clima bilateral, tudo o que unilateralmente seja feito por um lado, sem ser em conversa com o outro, tem fortes probabilidades de não dar certo”, advertiu o chefe de Estado português. Falando aos jornalistas à margem de uma visita ao Banco Alimentar Contra a Fome, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa destacou que prefere “seguir o caminho que tem sido seguido na parte portuguesa, que é o caminho bilateral”. “Fecha-se de comum acordo e depois os passos são dados, quaisquer que eles sejam, são passos que não devem ser unilaterais. Não pode ser um Estado a dizer ‘eu entendo’ - ou não deve ser – ‘eu entendo isto’, sem haver uma concertação como outros”, defendeu o Presidente da República. Na ocasião, Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado também sobre as negociações com Espanha e com o Reino Unido, com o objetivo de criar corredores que facilitem as deslocações de emigrantes e turistas a Portugal sem terem de cumprir a quarentena imposta por aqueles países, decorrente da pandemia de covid-19. Aos jornalistas, o Presidente adiantou que estas negociações estão a decorrer também “com outros países” e concretizou que Portugal “tem estado a fazer diligência diplomáticas” para “perceber se há, ou não, outros países, no domínio do turismo, em que haja interesse para se criar qualquer coisa como corredores para o turismo”.