Covid-19: PR vai convocar eleições dos Açores em função da situação “em junho e julho”

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse hoje que vai marcar a data das eleições regionais dos Açores, que deverão acontecer em outubro, mediante a evolução da pandemia de covid-29 “em junho e julho”. “Eu não queria antecipar, porque vou receber os partidos no mês que vem, em junho, na transição de junho para julho, para os ouvir sobre a convocação das eleições para a Assembleia Legislativa Regional dos Açores”, afirmou. Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas no final de uma visita às instalações do Banco Alimentar Contra da Fome, em Lisboa, onde fez uma contribuição através da ‘internet’. Devido à pandemia, esta campanha não seguiu os moldes habituais, em que os voluntários faziam a recolha das doações nas superfícies comerciais. “Vamos agora acompanhar a situação sanitária e, em função daquilo que for em junho e julho, assim haverá a convocação”, adiantou o chefe de Estado. Na ótica do Presidente da República, “é prematuro neste momento estar a especular sobre se houver uma segunda vaga, se houver uma terceira vaga, se houver dificuldades, por exemplo, de circulação entre ilhas”, apontando que, se existirem entraves à circulação “é evidente que é muito difícil fazer campanha eleitoral”. “Mas porquê especular? Vamos esperar para ver”, acrescentou.

Covid-19: PR vai convocar eleições dos Açores em função da situação “em junho e julho”
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse hoje que vai marcar a data das eleições regionais dos Açores, que deverão acontecer em outubro, mediante a evolução da pandemia de covid-29 “em junho e julho”. “Eu não queria antecipar, porque vou receber os partidos no mês que vem, em junho, na transição de junho para julho, para os ouvir sobre a convocação das eleições para a Assembleia Legislativa Regional dos Açores”, afirmou. Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas no final de uma visita às instalações do Banco Alimentar Contra da Fome, em Lisboa, onde fez uma contribuição através da ‘internet’. Devido à pandemia, esta campanha não seguiu os moldes habituais, em que os voluntários faziam a recolha das doações nas superfícies comerciais. “Vamos agora acompanhar a situação sanitária e, em função daquilo que for em junho e julho, assim haverá a convocação”, adiantou o chefe de Estado. Na ótica do Presidente da República, “é prematuro neste momento estar a especular sobre se houver uma segunda vaga, se houver uma terceira vaga, se houver dificuldades, por exemplo, de circulação entre ilhas”, apontando que, se existirem entraves à circulação “é evidente que é muito difícil fazer campanha eleitoral”. “Mas porquê especular? Vamos esperar para ver”, acrescentou.