DECO- Madeira renova apelo da ARAE para que as pessoas não abram as portas a estranhos

A DECO Madeira, após o alerta da Autoridade Regional das Atividades Económicas da Madeira (ARAE) relativo ao registo de muitos pedidos de informação acerca de rastreios e visitas domiciliárias, pretende esclarecer os consumidores para os riscos de abrir as portas de casa a estranhos. Para além da necessidade extrema de cumprir as medidas oficiais de combate à propagação da COVID-19, evitando o contacto com outros, permitir a entrada de estranhos em casa acarreta, ainda, problemas de segurança. "Referimo-nos a casos de burlas praticados por falsos técnicos de saúde pública que, com o engodo de realizar o rastreio e a desinfestação das casas, acabam por enganar e burlar os cidadãos", diz a DECO-Madeira. Por isso é lançado um apelo aos consumidores para que não abram a sua porta de casa a indivíduos que não apresentem uma identificação da autoridade que representam, justificando o contacto realizado no seu domicílio. "Relembramos que as autoridades de saúde e segurança estão sempre devidamente identificadas com documento valido de identificação", diz a DECO-Madeira. Até ao momento, não se conhecem quaisquer procedimentos oficiais que envolvam a realização de rastreios ou desinfestação de casas particulares, sendo certo que vivemos um período de isolamento ou quarentena voluntária.

DECO- Madeira renova apelo da ARAE para que as pessoas não abram as portas a estranhos
A DECO Madeira, após o alerta da Autoridade Regional das Atividades Económicas da Madeira (ARAE) relativo ao registo de muitos pedidos de informação acerca de rastreios e visitas domiciliárias, pretende esclarecer os consumidores para os riscos de abrir as portas de casa a estranhos. Para além da necessidade extrema de cumprir as medidas oficiais de combate à propagação da COVID-19, evitando o contacto com outros, permitir a entrada de estranhos em casa acarreta, ainda, problemas de segurança. "Referimo-nos a casos de burlas praticados por falsos técnicos de saúde pública que, com o engodo de realizar o rastreio e a desinfestação das casas, acabam por enganar e burlar os cidadãos", diz a DECO-Madeira. Por isso é lançado um apelo aos consumidores para que não abram a sua porta de casa a indivíduos que não apresentem uma identificação da autoridade que representam, justificando o contacto realizado no seu domicílio. "Relembramos que as autoridades de saúde e segurança estão sempre devidamente identificadas com documento valido de identificação", diz a DECO-Madeira. Até ao momento, não se conhecem quaisquer procedimentos oficiais que envolvam a realização de rastreios ou desinfestação de casas particulares, sendo certo que vivemos um período de isolamento ou quarentena voluntária.