DGS - Regresso de adeptos a estádios de futebol não está a ser equacionado

A diretora-geral de Saúde negou hoje que esteja a ser “equacionado o regresso dos adeptos” aos estádios de futebol até ao fim da época, notando que as decisões nesta matéria têm sido tomadas “em diálogo com a federação”. “Não está a ser equacionado o regresso aos estádios neste momento, nem se perspetiva qualquer alteração [relativamente à decisão de realizar os jogos à porta fechada] nesta época”, afirmou Graça Freitas, na conferência de imprensa diária da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia de covid-19. A responsável notou que a evolução da pandemia “depende dos ajuntamentos [de pessoas] e dos seus comportamentos”, sem esclarecer qual a diferença entre a presença de pessoas num estádio e numa sala de espetáculos, como aquela em que foi feita uma apresentação do humorista Bruno Nogueira. Graça Freitas frisou que, em relação ao futebol, as autoridades têm sido “muito cautelosas” e atuado “em diálogo com a Federação Portuguesa de Futebol”. "Isto é [a ausência de público nas bancadas dos estádios], de resto, o que se está a passar em outros países", observou.

DGS - Regresso de adeptos a estádios de futebol não está a ser equacionado
A diretora-geral de Saúde negou hoje que esteja a ser “equacionado o regresso dos adeptos” aos estádios de futebol até ao fim da época, notando que as decisões nesta matéria têm sido tomadas “em diálogo com a federação”. “Não está a ser equacionado o regresso aos estádios neste momento, nem se perspetiva qualquer alteração [relativamente à decisão de realizar os jogos à porta fechada] nesta época”, afirmou Graça Freitas, na conferência de imprensa diária da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia de covid-19. A responsável notou que a evolução da pandemia “depende dos ajuntamentos [de pessoas] e dos seus comportamentos”, sem esclarecer qual a diferença entre a presença de pessoas num estádio e numa sala de espetáculos, como aquela em que foi feita uma apresentação do humorista Bruno Nogueira. Graça Freitas frisou que, em relação ao futebol, as autoridades têm sido “muito cautelosas” e atuado “em diálogo com a Federação Portuguesa de Futebol”. "Isto é [a ausência de público nas bancadas dos estádios], de resto, o que se está a passar em outros países", observou.