Diogo Freitas do Amaral internado com hemorragias fortes devido a cancro nos ossos

Diogo Freitas do Amaral está internado desde segunda-feira nos Cuidados Intermédios do Hospital CUF, em Cascais, depois de ter tido problemas decorrentes de uma doença oncológica, de acordo com o Correio da Manhã. Segundo a mesma fonte, o antigo...

Diogo Freitas do Amaral internado com hemorragias fortes devido a cancro nos ossos
Diogo Freitas do Amaral está internado desde segunda-feira nos Cuidados Intermédios do Hospital CUF, em Cascais, depois de ter tido problemas decorrentes de uma doença oncológica, de acordo com o Correio da Manhã. Segundo a mesma fonte, o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, de 78 anos, tem cancro nos ossos. O acompanhamento médico da doença tem sido feito na Fundação Champalimaud.  Na segunda-feira hemorragias fortes obrigaram o também antigo presidente e fundador do CDS a ser internado de urgência numa outra unidade hospitalar para a realização de exames e para a estabilização da sua situação clínica. "Ainda hoje  [esta terça-feira] ele foi submetido a novos exames, mas está estável e bem-disposto", explicou fonte próxima da família ao CM.  No final de junho deste ano, Freitas do Amaral lançou o seu terceiro livro de memórias políticas, intitulado ‘Mais 35 anos de democracia - um percurso singular’, que abrange o período entre 1982 e 2017. Professor catedrático, Freitas do Amaral fez também parte dos governos da Aliança Democrática (AD), entre 1979 e 1983, e, mais da tarde, do PS, entre 2005 e 2006, após ter saído do CDS, em 1992. Diogo Freitas do Amaral nasceu a 21 de julho de 1941, na Póvoa de Varzim. Professor catedrático de Direito, foi fundador do Partido do Centro Democrático Social e eleito primeiro líder do CDS, após o 25 de abril de 1974. Fundou também a Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa. Protagonizou com Mário Soares a mais concorrida eleição presidencial, em 1986. Teve 48,8% dos votos na segunda volta, que não foram suficientes para derrotar o socialista. Foi-se afastando do CDS e, em 2005, aceitou ser ministro no governo de Sócrates