Emigrantes madeirenses em França satisfeitos com reabertura

O JM foi ao encontro de alguns emigrantes madeirenses em França, que demonstraram a satisfação pela reabertura do turismo na Madeira e das fronteiras terrestres a 1 de julho Segundo foi possível apurar pelo JM, os emigrantes em França estão satisfeitos pela reabertura do turismo na Madeira e das fronteiras que lhes permitirá regressar a Portugal, mais precisamente à ilha da Madeira. A partir do dia 1 de julho, qualquer passageiro que chegue ao Aeroporto da Região Autónoma da Madeira, para que posso seguir o seu destino, terá que trazer um teste para a covid-19 realizado nas últimas 72 horas, ou, senão for portador de qualquer teste, realizá-lo no aeroporto. Após 12 horas o passageiro será notificado do resultado. Também a reabertura das fronteiras de Portugal e Espanha vão ocorrer no dia 1 de julho e conforme avançado há dias, vão ter honras de Estado. Entre Caia e Badajoz estarão o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o rei Felipe VI de Espanha, mas também os dois chefes de Governo, António Costa e Pedro Sánchez. Os líderes dos dois países tentam mostrar uma reabertura coordenada, como foi a decisão de fecho em março. A tensão sobre a data de reabertura foi ultrapassada. Fronteira esta que será também aberta entre Espanha e França, não existindo assim restrições à vinda de emigrantes, no verão, a Portugal e, neste caso, mais precisamente à Madeira. Relatos dos emigrantes André Agrela, polícia em Paris, filho de pais madeirenses, afirmou ao JM que ele e a sua família “têm viagem marcada para o dia 4 de julho para a Madeira”, ainda assim afirmou que para quem vai em julho estas notícias chegaram “um pouco tarde”, explicando que os emigrantes “estão à espera de vir em agosto e que estão a aguardar a evolução dos casos” da pandemia de Covid-19. O lusodescendente afirmou ao JM que ele e a sua família, já tinham marcado os bilhetes para julho há algum tempo, que “a Transavia não anulou nada” durante a pandemia, o que vai permitir, em principio, realizar a viagem direta entre Paris e a Madeira no dia 4 de julho. Deixando bem claro que “todos nós vamos fazer o teste” antes de embarcar no avião, realizando “um teste grátis” em França que será realizado “48 horas antes do voo”. Por fim, afirmou que as pessoas no geral “não entendem bem como é que será possível circular na Madeira, quando o teste é feito à chegada e podem durante 12 horas estar em qualquer lado na Madeira sem terem a confirmação do resultado”, algo que, confessa, é “um bocadinho criticado em França”. Leia tudo na edição impressa de hoje do JM.

Emigrantes madeirenses em França satisfeitos com reabertura
O JM foi ao encontro de alguns emigrantes madeirenses em França, que demonstraram a satisfação pela reabertura do turismo na Madeira e das fronteiras terrestres a 1 de julho Segundo foi possível apurar pelo JM, os emigrantes em França estão satisfeitos pela reabertura do turismo na Madeira e das fronteiras que lhes permitirá regressar a Portugal, mais precisamente à ilha da Madeira. A partir do dia 1 de julho, qualquer passageiro que chegue ao Aeroporto da Região Autónoma da Madeira, para que posso seguir o seu destino, terá que trazer um teste para a covid-19 realizado nas últimas 72 horas, ou, senão for portador de qualquer teste, realizá-lo no aeroporto. Após 12 horas o passageiro será notificado do resultado. Também a reabertura das fronteiras de Portugal e Espanha vão ocorrer no dia 1 de julho e conforme avançado há dias, vão ter honras de Estado. Entre Caia e Badajoz estarão o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o rei Felipe VI de Espanha, mas também os dois chefes de Governo, António Costa e Pedro Sánchez. Os líderes dos dois países tentam mostrar uma reabertura coordenada, como foi a decisão de fecho em março. A tensão sobre a data de reabertura foi ultrapassada. Fronteira esta que será também aberta entre Espanha e França, não existindo assim restrições à vinda de emigrantes, no verão, a Portugal e, neste caso, mais precisamente à Madeira. Relatos dos emigrantes André Agrela, polícia em Paris, filho de pais madeirenses, afirmou ao JM que ele e a sua família “têm viagem marcada para o dia 4 de julho para a Madeira”, ainda assim afirmou que para quem vai em julho estas notícias chegaram “um pouco tarde”, explicando que os emigrantes “estão à espera de vir em agosto e que estão a aguardar a evolução dos casos” da pandemia de Covid-19. O lusodescendente afirmou ao JM que ele e a sua família, já tinham marcado os bilhetes para julho há algum tempo, que “a Transavia não anulou nada” durante a pandemia, o que vai permitir, em principio, realizar a viagem direta entre Paris e a Madeira no dia 4 de julho. Deixando bem claro que “todos nós vamos fazer o teste” antes de embarcar no avião, realizando “um teste grátis” em França que será realizado “48 horas antes do voo”. Por fim, afirmou que as pessoas no geral “não entendem bem como é que será possível circular na Madeira, quando o teste é feito à chegada e podem durante 12 horas estar em qualquer lado na Madeira sem terem a confirmação do resultado”, algo que, confessa, é “um bocadinho criticado em França”. Leia tudo na edição impressa de hoje do JM.