Escola internacional é mais valia para captar estrangeiros

A ‘International Sharing School’ tem ajudado a captar investimento e residentes estrangeiros para a Madeira. O presidente do conselho executivo do estabelecimento de ensino não tem dúvidas disso. Filipe Ladeira Santos explica que a maior parte dos alunos que estão matriculados no atual ano letivo é estrangeira, pese embora, há muitos madeirenses a apostarem também neste ensino multicultural e que dota os discentes do conhecimento prático de no mínimo cinco de sete línguas estrangeiras ali lecionadas, como o Inglês, Alemão, Francês, Mandarim e Russo. A escola tem capacidade para 200 alunos, desde os três aos 16 anos de idade. O responsável pela ‘International Sharing School’ sente que, de facto, a escola tem sido “uma mais valia para atrair o mercado estrangeiro. É uma peça fundamental para a captação de investimento estrangeiro e de quadros qualificados estrangeiros”. Filipe Ladeira Santos comentou que “quando os estrangeiros querem se mudar para outro país, uma das primeiras coisas que perguntam é sabre onde colocar os seus filhos. As escolas internacionais são muito procuradas. Para a Região, é fundamental”. Por isso, a escola multilingue dinamiza várias ações de formação fora do arquipélago, a maior parte mais focada nos meios digitais, mas também com a presença em eventos internacionais de Educação. Numa altura em que a Madeira tem sido muito procurada por causa do projeto de nómadas Digitais, Filipe Ladeira Santos disse que houve famílias que procuraram a escola para matricular os filhos. Mas, a maioria dos alunos são filhos de empresários ou de estrangeiros de quadros qualificados para as empresas com sede na Madeira. Por ciclos, a ‘International Sharing School’, recebe crianças entre os três e os seis anos para uma educação focada nos primeiros anos (Early Years Programme), dos 6 aos 12 anos (Primary Years Programme) e entre os 11 e os 16 anos, programa médio (Middle Year Programe). O que significa que a escola recebe crianças do pré até ao 10º ano, sendo que o 11º e o 12º ano são ministrados na Escola da APEL, com a qual partilha o espaço e tem um protocolo. É seguido o modelo educacional IB, que defende uma abordagem holística multilíngue e multicultural, “criando um ambiente descontraído, mas desafiador, familiar, mas disciplinado e, acima de tudo, uma escola para os cidadãos do futuro, onde a diversão e a curiosidade podem levar à aprendizagem através da partilha e criatividade na resolução de problemas”, como se lê no site da ‘Sharing School’. A escola tem abertas as inscrições para o próximo ano letivo, estando já com 170 inscritos de um total de 200 que pode receber. As mensalidades base custam 450 euros, para as crianças com três anos, e vão até 900 euros, para o 10º ano. O corpo docente é composto por 30 professores e assistentes. 30% dos alunos  são madeirenses Relativamente aos alunos madeirenses matriculados na ‘International Sharing School’, são cerca de 30%. Para Filipe Ladeira Santos, “é uma grande satisfação, porque demonstra que as famílias madeirenses estão cada vez mais a reconhecer a importância de ter um currículo e um ensino internacional, o contacto com outras culturas. E, por isso, estão cada vez mais dispostas a apostar numa educação internacional. Todas as aulas são lecionadas em inglês.

Escola internacional é mais valia para captar estrangeiros
A ‘International Sharing School’ tem ajudado a captar investimento e residentes estrangeiros para a Madeira. O presidente do conselho executivo do estabelecimento de ensino não tem dúvidas disso. Filipe Ladeira Santos explica que a maior parte dos alunos que estão matriculados no atual ano letivo é estrangeira, pese embora, há muitos madeirenses a apostarem também neste ensino multicultural e que dota os discentes do conhecimento prático de no mínimo cinco de sete línguas estrangeiras ali lecionadas, como o Inglês, Alemão, Francês, Mandarim e Russo. A escola tem capacidade para 200 alunos, desde os três aos 16 anos de idade. O responsável pela ‘International Sharing School’ sente que, de facto, a escola tem sido “uma mais valia para atrair o mercado estrangeiro. É uma peça fundamental para a captação de investimento estrangeiro e de quadros qualificados estrangeiros”. Filipe Ladeira Santos comentou que “quando os estrangeiros querem se mudar para outro país, uma das primeiras coisas que perguntam é sabre onde colocar os seus filhos. As escolas internacionais são muito procuradas. Para a Região, é fundamental”. Por isso, a escola multilingue dinamiza várias ações de formação fora do arquipélago, a maior parte mais focada nos meios digitais, mas também com a presença em eventos internacionais de Educação. Numa altura em que a Madeira tem sido muito procurada por causa do projeto de nómadas Digitais, Filipe Ladeira Santos disse que houve famílias que procuraram a escola para matricular os filhos. Mas, a maioria dos alunos são filhos de empresários ou de estrangeiros de quadros qualificados para as empresas com sede na Madeira. Por ciclos, a ‘International Sharing School’, recebe crianças entre os três e os seis anos para uma educação focada nos primeiros anos (Early Years Programme), dos 6 aos 12 anos (Primary Years Programme) e entre os 11 e os 16 anos, programa médio (Middle Year Programe). O que significa que a escola recebe crianças do pré até ao 10º ano, sendo que o 11º e o 12º ano são ministrados na Escola da APEL, com a qual partilha o espaço e tem um protocolo. É seguido o modelo educacional IB, que defende uma abordagem holística multilíngue e multicultural, “criando um ambiente descontraído, mas desafiador, familiar, mas disciplinado e, acima de tudo, uma escola para os cidadãos do futuro, onde a diversão e a curiosidade podem levar à aprendizagem através da partilha e criatividade na resolução de problemas”, como se lê no site da ‘Sharing School’. A escola tem abertas as inscrições para o próximo ano letivo, estando já com 170 inscritos de um total de 200 que pode receber. As mensalidades base custam 450 euros, para as crianças com três anos, e vão até 900 euros, para o 10º ano. O corpo docente é composto por 30 professores e assistentes. 30% dos alunos  são madeirenses Relativamente aos alunos madeirenses matriculados na ‘International Sharing School’, são cerca de 30%. Para Filipe Ladeira Santos, “é uma grande satisfação, porque demonstra que as famílias madeirenses estão cada vez mais a reconhecer a importância de ter um currículo e um ensino internacional, o contacto com outras culturas. E, por isso, estão cada vez mais dispostas a apostar numa educação internacional. Todas as aulas são lecionadas em inglês.