“Estaremos muito atentos para ver que montantes serão disponibilizados à Madeira", garante Pedro Calado

Lopes da Fonseca, do CDS, retomou o tema da falta de solidariedade apontada pela maioria PSD/CDS ao Governo de António Costa, e também do plano de recuperação económica. “A solidariedade de António Costa é com o Algarve. Onde está a solidariedade do PS da Madeira, António Costa e de Costa e Silva?”, questionou, referindo ainda que não vê críticas da bancada socialista ao plano de recuperação económica, elaborado por António Costa e Silva. Pedro Calado foi mais longe e afirmou que a única solidariedade “tem sido manifestada pela Assembleia da República”. O vice-presidente disse ainda que, depois da anunciado o montante que caberá a Portugal na sequência das negociações na cimeira da União Europeia, “a grande meta é saber destes 55 mil milhões de que forma vão beneficiar as regiões autónomas”. “Estaremos muito atentos para ver que montantes serão disponibilizados à Madeira. Vamos esperar pacientemente. Estamos abertos para o diálogo, mas não nos vão calar com migalhas. Não há intenção de dificultar o diálogo institucional, mas não nos façam de tontos.”

“Estaremos muito atentos para ver que montantes serão disponibilizados à Madeira", garante Pedro Calado
Lopes da Fonseca, do CDS, retomou o tema da falta de solidariedade apontada pela maioria PSD/CDS ao Governo de António Costa, e também do plano de recuperação económica. “A solidariedade de António Costa é com o Algarve. Onde está a solidariedade do PS da Madeira, António Costa e de Costa e Silva?”, questionou, referindo ainda que não vê críticas da bancada socialista ao plano de recuperação económica, elaborado por António Costa e Silva. Pedro Calado foi mais longe e afirmou que a única solidariedade “tem sido manifestada pela Assembleia da República”. O vice-presidente disse ainda que, depois da anunciado o montante que caberá a Portugal na sequência das negociações na cimeira da União Europeia, “a grande meta é saber destes 55 mil milhões de que forma vão beneficiar as regiões autónomas”. “Estaremos muito atentos para ver que montantes serão disponibilizados à Madeira. Vamos esperar pacientemente. Estamos abertos para o diálogo, mas não nos vão calar com migalhas. Não há intenção de dificultar o diálogo institucional, mas não nos façam de tontos.”