Fidelidade chega a acordo com a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada no âmbito da pandemia

Considerando o interesse nacional na luta contra a pandemia da COVID-19, a Multicare estabeleceu um acordo com a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), para assistir os seus segurados que não tenham sido referenciados pelo Serviço Nacional de Saúde. Desta forma, muito embora a prática internacional exclua o risco de pandemia dos seguros de saúde, a Multicare vai continuar a apoiar os seus clientes assistidos em hospitais privados a quem seja detetada a infeção por COVID-19. Com a assinatura deste acordo, a Multicare tem como objetivos (primeiro) continuar a assegurar a proteção da saúde dos seus segurados, (segundo) apoiar as unidades hospitalares do Serviço Nacional de Saúde (SNS), aliviando a sobrecarga sobre as mesmas ao evitar a transferência de doentes COVID-19 que não tenham sido referenciados pelo SNS e todos os atos médicos associados, contribuindo assim para que se mantenha a elevada eficiência que o SNS tem demonstrado; assim como (terceiro) assegurar o contínuo apoio ao sistema privado de saúde, o qual tem dado um contributo decisivo para a melhoria dos cuidados de saúde da população portuguesa e cuja estrutura hospitalar será absolutamente decisiva para a fase de recuperação dos tratamentos que ficaram adiados pela pandemia COVID-19.

Fidelidade chega a acordo com a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada no âmbito da pandemia
Considerando o interesse nacional na luta contra a pandemia da COVID-19, a Multicare estabeleceu um acordo com a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), para assistir os seus segurados que não tenham sido referenciados pelo Serviço Nacional de Saúde. Desta forma, muito embora a prática internacional exclua o risco de pandemia dos seguros de saúde, a Multicare vai continuar a apoiar os seus clientes assistidos em hospitais privados a quem seja detetada a infeção por COVID-19. Com a assinatura deste acordo, a Multicare tem como objetivos (primeiro) continuar a assegurar a proteção da saúde dos seus segurados, (segundo) apoiar as unidades hospitalares do Serviço Nacional de Saúde (SNS), aliviando a sobrecarga sobre as mesmas ao evitar a transferência de doentes COVID-19 que não tenham sido referenciados pelo SNS e todos os atos médicos associados, contribuindo assim para que se mantenha a elevada eficiência que o SNS tem demonstrado; assim como (terceiro) assegurar o contínuo apoio ao sistema privado de saúde, o qual tem dado um contributo decisivo para a melhoria dos cuidados de saúde da população portuguesa e cuja estrutura hospitalar será absolutamente decisiva para a fase de recuperação dos tratamentos que ficaram adiados pela pandemia COVID-19.