Governo quer evitar fraudes com autotestes

FOTO JOANA SOUSA/ARQUIVO Por Marco Milho O presidente do Governo Regional considera que os testes rápidos de antigénio que estarão disponíveis nas farmácias serão um bom instrumento na luta contra a pandemia, mas frisou que esta solução terá de ser controlada. “Não vou permitir que se utilize a desgraça para fazer negócio ou para fazer fraudes”, assegurou Miguel Albuquerque, à margem de uma visita às obras no Convento de Santa Clara, no Funchal. “Será tudo orientado e vamos obviamente aproveitar esta oportunidade, mas tem de ser sempre supervisionada por entidades competentes”, acrescentou ainda, embora sem adiantar pormenores em relação à forma como será controlado esse processo. “No início da próxima semana vamos ter uma reunião com a nossa equipa da Saúde, para ver como vamos fazer, porque este sistema tem de ser controlado, se não o que vai acontecer são fraudes, vai ser vender gato por lebre”, alertou o governante. O chefe do Executivo madeirense reiterou que os autotestes rápidos de antigénio, que passam agora a ser vendidos ao público, são uma boa solução e mais uma medida para ajudar no combate à propagação da pandemia de covid-19, mas advertiu que o processo terá de ser supervisionado pelas entidades competentes. “É mais uma medida para contribuir para a contenção e o controlo da pandemia na Madeira”, referiu Miguel Albuquerque. “É uma boa solução, mas tem de ser sempre orientada e tutelada pela Direção-Geral de Saúde, em conformidade com a Ordem dos Farmacêuticos e com os profissionais”. O governante salientou a “testagem alargada” que tem sido levada a cabo na Região, considerando importante saber aferir os “números reais de infetados”. “Por isso é importante esta testagem rápida que estamos a fazer aos alunos”, exemplificou. PUB

Governo quer evitar fraudes com autotestes
FOTO JOANA SOUSA/ARQUIVO Por Marco Milho O presidente do Governo Regional considera que os testes rápidos de antigénio que estarão disponíveis nas farmácias serão um bom instrumento na luta contra a pandemia, mas frisou que esta solução terá de ser controlada. “Não vou permitir que se utilize a desgraça para fazer negócio ou para fazer fraudes”, assegurou Miguel Albuquerque, à margem de uma visita às obras no Convento de Santa Clara, no Funchal. “Será tudo orientado e vamos obviamente aproveitar esta oportunidade, mas tem de ser sempre supervisionada por entidades competentes”, acrescentou ainda, embora sem adiantar pormenores em relação à forma como será controlado esse processo. “No início da próxima semana vamos ter uma reunião com a nossa equipa da Saúde, para ver como vamos fazer, porque este sistema tem de ser controlado, se não o que vai acontecer são fraudes, vai ser vender gato por lebre”, alertou o governante. O chefe do Executivo madeirense reiterou que os autotestes rápidos de antigénio, que passam agora a ser vendidos ao público, são uma boa solução e mais uma medida para ajudar no combate à propagação da pandemia de covid-19, mas advertiu que o processo terá de ser supervisionado pelas entidades competentes. “É mais uma medida para contribuir para a contenção e o controlo da pandemia na Madeira”, referiu Miguel Albuquerque. “É uma boa solução, mas tem de ser sempre orientada e tutelada pela Direção-Geral de Saúde, em conformidade com a Ordem dos Farmacêuticos e com os profissionais”. O governante salientou a “testagem alargada” que tem sido levada a cabo na Região, considerando importante saber aferir os “números reais de infetados”. “Por isso é importante esta testagem rápida que estamos a fazer aos alunos”, exemplificou. PUB