Grandes eventos só abrirão com população vacinada

Para Já, Albuquerque não sabe quando poderá acabar com o recolher obrigatório. As decisões serão tomadas conforme as autoridades de saúde forem adiantando. Albuquerque Não tenhamos ilusões. A redução do número de novos casos diários de covid-19 não pode fazer com que se baixe os braços e finja que está tudo bem.A frase foi do presidente do Governo Regional, que ontem visitou a empresa ‘Press Power’ na rua dos Murças. Miguel Albuquerque, que foi confrontado, de novo, com a possibilidade ou não de relaxamento de medidas em relação à pandemia, adiantou que o Porto Santo – que quer voltar já à normalidade no que toca a horários- não o vai fazer. “É muito cedo. A pandemia não está dissipada no Porto Santo e, portanto, não podemos correr riscos”, disse, alertando para o exemplo do que aconteceu em Itália. Muito cedo é também para dizer quando é que a Região poderá deixar de ter recolher obrigatório.Para já, as medidas de relaxamento vão sendo tomadas paulatinamente e o chefe do Executivo madeirense, que se fez acompanhar do secretário da Economia, recordou as decisões tomadas anteontem em conselho de Governo e que já tinham sido anunciadas pelo JM. Já este fim de semana, o sistema de levar a comida a casa, vai ser permitido até as 22h, como vinha acontecendo durante a semana. Na próxima semana, vão ser permitidas várias modalidades individuais, mas estará proibido o acesso aos balneários e os convívios antes e depois das iniciativas. Proibidos continuam os passeios higiénicos e com o animal. Já sobre os eventos de maior impacto, como a Festa da Flor, afirmou que só poderão acontecer a partir de setembro, altura em que grande parte da população estará vacinada. A decisão que nós tomámos tem a ver com o horizonte de vacinação da nossa população. Não basta abrir a economia. É fundamental continuarmos a apostar no que é prioritário e que tem a ver com a salvaguarda da saúde pública da população”, sublinhou o presidente do Governo Regional. Sobre as empresas tecnológicas como a que ontem o presidente do Governo Regional visitou, Miguel Albuquerque diz que são já 27 na Madeira, com um volume de negócios superior a 70 milhões de euros. “Temos tudo para continuarmos a apoiar este tipo de empresas”, adiantou. Sobre o retomar da normalidade, lembrou os novos pacotes de apoio a empresas e disse que a ideia é assegurar uma retoma a partir de maio e junho, sobretudo na área do turismo. As perspetivas dos mercados inglês e alemão apontam para essas datas.

Grandes eventos só abrirão com população vacinada
Para Já, Albuquerque não sabe quando poderá acabar com o recolher obrigatório. As decisões serão tomadas conforme as autoridades de saúde forem adiantando. Albuquerque Não tenhamos ilusões. A redução do número de novos casos diários de covid-19 não pode fazer com que se baixe os braços e finja que está tudo bem.A frase foi do presidente do Governo Regional, que ontem visitou a empresa ‘Press Power’ na rua dos Murças. Miguel Albuquerque, que foi confrontado, de novo, com a possibilidade ou não de relaxamento de medidas em relação à pandemia, adiantou que o Porto Santo – que quer voltar já à normalidade no que toca a horários- não o vai fazer. “É muito cedo. A pandemia não está dissipada no Porto Santo e, portanto, não podemos correr riscos”, disse, alertando para o exemplo do que aconteceu em Itália. Muito cedo é também para dizer quando é que a Região poderá deixar de ter recolher obrigatório.Para já, as medidas de relaxamento vão sendo tomadas paulatinamente e o chefe do Executivo madeirense, que se fez acompanhar do secretário da Economia, recordou as decisões tomadas anteontem em conselho de Governo e que já tinham sido anunciadas pelo JM. Já este fim de semana, o sistema de levar a comida a casa, vai ser permitido até as 22h, como vinha acontecendo durante a semana. Na próxima semana, vão ser permitidas várias modalidades individuais, mas estará proibido o acesso aos balneários e os convívios antes e depois das iniciativas. Proibidos continuam os passeios higiénicos e com o animal. Já sobre os eventos de maior impacto, como a Festa da Flor, afirmou que só poderão acontecer a partir de setembro, altura em que grande parte da população estará vacinada. A decisão que nós tomámos tem a ver com o horizonte de vacinação da nossa população. Não basta abrir a economia. É fundamental continuarmos a apostar no que é prioritário e que tem a ver com a salvaguarda da saúde pública da população”, sublinhou o presidente do Governo Regional. Sobre as empresas tecnológicas como a que ontem o presidente do Governo Regional visitou, Miguel Albuquerque diz que são já 27 na Madeira, com um volume de negócios superior a 70 milhões de euros. “Temos tudo para continuarmos a apoiar este tipo de empresas”, adiantou. Sobre o retomar da normalidade, lembrou os novos pacotes de apoio a empresas e disse que a ideia é assegurar uma retoma a partir de maio e junho, sobretudo na área do turismo. As perspetivas dos mercados inglês e alemão apontam para essas datas.