Hotelaria madeirense apresentou quebra nas dormidas em 2018

Segundo informação da Direção Regional de Estatística, em 2018, o número de dormidas no alojamento turístico global (os estabelecimentos da hotelaria, turismo no espaço rural e de habitação, alojamento local, time-sharing na modalidade de habitação...

Hotelaria madeirense apresentou quebra nas dormidas em 2018
Segundo informação da Direção Regional de Estatística, em 2018, o número de dormidas no alojamento turístico global (os estabelecimentos da hotelaria, turismo no espaço rural e de habitação, alojamento local, time-sharing na modalidade de habitação periódica, colónias, parques de campismo e pousadas da juventude) aproximou-se dos 8,8 milhões (-0,7% que em 2017). Os residentes em Portugal contribuíram com cerca de 969,0 mil dormidas, o que se traduziu num acréscimo homólogo de 1,4%, enquanto os estrangeiros não residentes originaram cerca de 7,8 milhões de dormidas, correspondendo a um decréscimo de 0,9% nesta variável. Quanto ao “número de dormidas no alojamento turístico em 2018 – hotelaria, turismo no espaço rural e alojamento local – aproximou-se dos 8,4 milhões (-0,3% que em 2017)” A entidade informa ainda que os “residentes em Portugal contribuíram com cerca de 938,3 mil dormidas, traduzindo-se num acréscimo homólogo de 1,2%”. “O mercado nacional foi o terceiro mais importante, atrás do alemão e britânico, representando 11,2% do total”. Lê-se ainda que “as dormidas dos estrangeiros não residentes originaram cerca de 7,4 milhões de dormidas (88,8% do total), correspondendo a um decréscimo de 0,4% nesta variável em comparação com o ano precedente. Os principais mercados emissores foram a Alemanha, Reino Unido, França, Países Baixos, Polónia, Dinamarca e Suécia, que concentraram 79,1% das dormidas de estrangeiros não residentes”. Já a “taxa líquida de ocupação-cama (TLOC) no alojamento turístico (excluindo o alojamento local abaixo das 10 camas) atingiu os 62,4%, -3,7 pontos percentuais que em 2017”. Refere ainda que a “estadia média no alojamento turístico da RAM foi de 5,2 noites, idêntica ao ano anterior”. Quanto ao RevPAR, “que mede o proveito obtido por quarto disponível, atingiu em 2018 os 47,45 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local abaixo das 10 camas), -1,4% que em 2017”. Sobre o “proveito de aposento por quarto utilizado (ADR), no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local abaixo das 10 camas), rondou os 69,37 euros em 2018, +3,9% que no ano transato”. Hotelaria A hotelaria apresentou em 2018 uma quebra nas dormidas (-2,4%),  enquanto os proveitos totais e de aposento subiram 1,7% e 1,9%, respetivamente  face ao ano anterior. Em termos de dormidas, o Reino Unido foi o principal mercado (quota de 25,7% do total), seguido da Alemanha (quota de 24,7% do total). O mercado britânico decresceu 3,5% enquanto o germânico registou uma quebra de 1,4%. Segundo a DRE, “os turistas com residência em território nacional produziram cerca de 765,5 mil dormidas (10,9% do total), apresentando uma variação homóloga negativa de 0,1%. O mercado português foi o terceiro mais importante, atrás do britânico e alemão”. A taxa de ocupação-cama anual rondou os 67,0%, -3,5 p.p. que em 2017 e a estada média nos estabelecimentos hoteleiros da RAM foi de 5,3 noites, semelhante ao ano anterior. Segundo a mesma fonte, “a média anual de 2018 do rendimento por quarto (RevPAR) foi de 51,64€ (-0,8% face a 2017)”. ´