Jornadas Madeira: Rubina Leal destaca o papel do Governo na evolução da cultura na Região

Rubina Leal evoca Tolentino Mendonça para sublinhar a importância de investir na cultura e na formação das pessoas. Na véspera das comemorações de mais um aniversário do concelho da Calheta, a vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira abriu o ciclo das Jornadas Madeira, iniciativa do JM que hoje debate a cultura.  Rubina Leal deixa elogios ao evento do JM e à autarquia da Calheta, lembrando também a Diáspora que acompanha o evento através do canal 'A minha Terra'. Para a social-democrata, a Madeira tem sabido apostar na educação e na cultura, combatendo a enorme taxa de analfabetismo que marcou o período antes do 25 de abril e os anos posteriores. Hoje vivemos um paradigma muito ligado à ciência e à tecnologia, afirma Rubina Leal, considerando que a Região tem cada vez mais artistas, um "número exponencial" que é resultado do investimento governamental e da descentralização da cultura. A vice-presidente da Assembleia considera que a pandemia trouxe o melhor que a cultura pode ter: "a criatividade", lembrando que, apesar das dificuldades dos agentes cultuarais e artistas, o Executivo preparou e implementou medidas de apoio em vigor. "O Parlamento não é indiferente à atividade cultural", vinca também Rubina Leal evocando várias iniciativas culturais dinamizadas pela Assembleia.    

Jornadas Madeira: Rubina Leal destaca o papel do Governo na evolução da cultura na Região
Rubina Leal evoca Tolentino Mendonça para sublinhar a importância de investir na cultura e na formação das pessoas. Na véspera das comemorações de mais um aniversário do concelho da Calheta, a vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira abriu o ciclo das Jornadas Madeira, iniciativa do JM que hoje debate a cultura.  Rubina Leal deixa elogios ao evento do JM e à autarquia da Calheta, lembrando também a Diáspora que acompanha o evento através do canal 'A minha Terra'. Para a social-democrata, a Madeira tem sabido apostar na educação e na cultura, combatendo a enorme taxa de analfabetismo que marcou o período antes do 25 de abril e os anos posteriores. Hoje vivemos um paradigma muito ligado à ciência e à tecnologia, afirma Rubina Leal, considerando que a Região tem cada vez mais artistas, um "número exponencial" que é resultado do investimento governamental e da descentralização da cultura. A vice-presidente da Assembleia considera que a pandemia trouxe o melhor que a cultura pode ter: "a criatividade", lembrando que, apesar das dificuldades dos agentes cultuarais e artistas, o Executivo preparou e implementou medidas de apoio em vigor. "O Parlamento não é indiferente à atividade cultural", vinca também Rubina Leal evocando várias iniciativas culturais dinamizadas pela Assembleia.