JPP expõe situação dos estudantes madeirenses no continente

O JPP fez saber esta tarde, através de um comunicado enviado às redações, que “tem recebido vários pedidos de ajuda de pais e estudantes universitários” que, tal como foi solicitado pelas Autoridades de Saúde, não se precipitaram em regressar de imediato para a Região, tendo permanecido no Continente, a cumprir as várias medidas de proteção impostas. Contudo, na referida nota, o deputado do JPP, Paulo Alves indica que “aproximando-se a Páscoa, período de interrupção letiva e académica, a maioria destes mesmos estudantes já tinham viagem marcada e devidamente paga, mas agora, vêem-se impedidos de realizar a viagem pois precisam de uma autorização especifica que, pelas informações trazidas a público, apenas é passada com finalidade sanitária, ou seja, para tratamentos ou consultas de acompanhamento em serviços de saúde do Continente”. Paulo Alves afirma que “há testemunhos de estudantes que tinham a viagem marcada para ontem, dia 24 de março, quando ainda não era obrigatório a apresentação da respetiva autorização, no entanto, a viagem foi adiada pela companhia aérea para amanhã, dia 26, já sendo obrigatória a apresentação do respetivo documento. Vários são os estudantes que tentam obter informações nos serviços de saúde regional, mas, até à data, sem sucesso”. Esta é uma situação que, o JPP entende ter “de ser devidamente esclarecida pela Secretaria Regional de Saúde da Região, de forma a salvaguardar o regresso dos nossos estudantes, em segurança”. “Se o nosso país está a proceder ao repatriamento de cidadãos portugueses deslocados pelo mundo, não faz sentido que o regresso dos nossos estudantes seja bloqueado por uma autorização ainda pouco clara”, por esse motivo, o JPP entende que “o regresso dos nossos estudantes deverá ser feito de forma organizada, respeitando a quarentena obrigatória à chegada, e salvaguardando o bem-estar dos estudantes, das suas famílias e de toda a Região”.  

JPP expõe situação dos estudantes madeirenses no continente
O JPP fez saber esta tarde, através de um comunicado enviado às redações, que “tem recebido vários pedidos de ajuda de pais e estudantes universitários” que, tal como foi solicitado pelas Autoridades de Saúde, não se precipitaram em regressar de imediato para a Região, tendo permanecido no Continente, a cumprir as várias medidas de proteção impostas. Contudo, na referida nota, o deputado do JPP, Paulo Alves indica que “aproximando-se a Páscoa, período de interrupção letiva e académica, a maioria destes mesmos estudantes já tinham viagem marcada e devidamente paga, mas agora, vêem-se impedidos de realizar a viagem pois precisam de uma autorização especifica que, pelas informações trazidas a público, apenas é passada com finalidade sanitária, ou seja, para tratamentos ou consultas de acompanhamento em serviços de saúde do Continente”. Paulo Alves afirma que “há testemunhos de estudantes que tinham a viagem marcada para ontem, dia 24 de março, quando ainda não era obrigatório a apresentação da respetiva autorização, no entanto, a viagem foi adiada pela companhia aérea para amanhã, dia 26, já sendo obrigatória a apresentação do respetivo documento. Vários são os estudantes que tentam obter informações nos serviços de saúde regional, mas, até à data, sem sucesso”. Esta é uma situação que, o JPP entende ter “de ser devidamente esclarecida pela Secretaria Regional de Saúde da Região, de forma a salvaguardar o regresso dos nossos estudantes, em segurança”. “Se o nosso país está a proceder ao repatriamento de cidadãos portugueses deslocados pelo mundo, não faz sentido que o regresso dos nossos estudantes seja bloqueado por uma autorização ainda pouco clara”, por esse motivo, o JPP entende que “o regresso dos nossos estudantes deverá ser feito de forma organizada, respeitando a quarentena obrigatória à chegada, e salvaguardando o bem-estar dos estudantes, das suas famílias e de toda a Região”.