JPP quer que Secretaria da Educação esclareça encarregados de educação sobre terceiro período escolar

Num comunicado enviado esta manhã às redações, o JPP pede uma explicação à Secretaria Regional da Educação em relação ao terceiro período escolar que será à distância. Na referida nota, mencionam que vários pais e encarregados de educação já entraram em contacto com o JPP e autarquias locais, colocando algumas dúvidas. Entre as quais, apontam: “1-         O apoio com equipamentos informáticos, nomeadamente computador pessoal e internet, será apenas para os alunos do secundário? Como ficarão os alunos do 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico que não têm computador ou internet em casa? 2-           Como ficarão os professores do 1º ciclo (ou de outro ciclo) que não dominam as plataformas digitais? Os alunos apenas ficarão pelos conteúdos dados pela RTP Memória? 3-           Agora a Secretaria Regional de Educação só tem vindo a falar de avaliação final do 3º período. E as escolas com calendários por semestre? Os alunos ficarão com as avaliações do final do 1º Semestre? Ficarão com avaliações intercalares, onde nem todas as disciplinas tinham já os elementos necessários à avaliação intercalar? 4-           A avaliação final irá depender da decisão de cada escola e dos seus conselhos de turma. É certo que a responsabilidade da avaliação dos alunos é sempre do conselho de turma, mas em situações em que existam alunos com equipamentos informáticos adequados e outros sem computador pessoal em casa ou sem internet, serão estes últimos penalizados? Como poderão resolver os trabalhos por via das plataformas, se não têm acesso às mesmas?”.   O JPP considera ainda que “seria importante pensar nos alunos que vivem em situações de vulnerabilidade socioeconómica, que neste momento têm os pais desempregados ou em situação de lay off, que não conseguem adquirir um computador ou outro equipamento equivalente, de um momento para outro”, aponta.   Refere, do mesmo modo, que seria “pertinente e a bem da transparência, que a Secretaria Regional de Educação divulgasse os resultados reais do inquérito realizado aos alunos e pais ou encarregados de educação, para verificar quem tem, ou não, equipamentos informáticos em casa para trabalhar nas plataformas digitais”.  

JPP quer que Secretaria da Educação esclareça encarregados de educação sobre terceiro período escolar
Num comunicado enviado esta manhã às redações, o JPP pede uma explicação à Secretaria Regional da Educação em relação ao terceiro período escolar que será à distância. Na referida nota, mencionam que vários pais e encarregados de educação já entraram em contacto com o JPP e autarquias locais, colocando algumas dúvidas. Entre as quais, apontam: “1-         O apoio com equipamentos informáticos, nomeadamente computador pessoal e internet, será apenas para os alunos do secundário? Como ficarão os alunos do 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico que não têm computador ou internet em casa? 2-           Como ficarão os professores do 1º ciclo (ou de outro ciclo) que não dominam as plataformas digitais? Os alunos apenas ficarão pelos conteúdos dados pela RTP Memória? 3-           Agora a Secretaria Regional de Educação só tem vindo a falar de avaliação final do 3º período. E as escolas com calendários por semestre? Os alunos ficarão com as avaliações do final do 1º Semestre? Ficarão com avaliações intercalares, onde nem todas as disciplinas tinham já os elementos necessários à avaliação intercalar? 4-           A avaliação final irá depender da decisão de cada escola e dos seus conselhos de turma. É certo que a responsabilidade da avaliação dos alunos é sempre do conselho de turma, mas em situações em que existam alunos com equipamentos informáticos adequados e outros sem computador pessoal em casa ou sem internet, serão estes últimos penalizados? Como poderão resolver os trabalhos por via das plataformas, se não têm acesso às mesmas?”.   O JPP considera ainda que “seria importante pensar nos alunos que vivem em situações de vulnerabilidade socioeconómica, que neste momento têm os pais desempregados ou em situação de lay off, que não conseguem adquirir um computador ou outro equipamento equivalente, de um momento para outro”, aponta.   Refere, do mesmo modo, que seria “pertinente e a bem da transparência, que a Secretaria Regional de Educação divulgasse os resultados reais do inquérito realizado aos alunos e pais ou encarregados de educação, para verificar quem tem, ou não, equipamentos informáticos em casa para trabalhar nas plataformas digitais”.