Lance de infortúnio ditou derrota insular

Nacional acabou por fazer o mais difícil. Depois de ter estado a perder por 2-0, chegou ao empate, mas Pedro Mendes, acabou por borrar a pintura, depois de ter empatado o jogo, acabou por marcar um autogolo. O embate entre Nacional e Farense foi quase todo ele equilibrado, mas já perto do final, Pedro Mendes acabou por desequilibrar os ‘pratos da balança’ para o lado dos forasteiros, que assim, somaram a primeira vitória fora de portas, 19 anos depois. Quanto ao jogo, a primeira parte ficou longe de ser bem sucedida para os alvinegros que acabaram por ser surpreendidos pela forma de atuar dos algarvios. Depois, os madeirenses começaram por ter muitas dificuldades ao nível do passe, situação que acabou por beneficiar os forasteiros, acendendo-lhes a luz da esperança. Os visitantes geriram os erros do adversário com sucesso, ficando bem evidente que os madeirenses precisariam de afinar as saídas para o ataque. A fase inicial foi disputada em toada morna com o Nacional a ter mais iniciativas ofensivas, principalmente com remates de meia distância, testando a atenção de Rafael Defendi. Apesar do meio campo não ter uma fase fluída de jogo, as saídas de bola para o ataque acabaram quase sempre por pecar e penalizar o Nacional, já que do outro lado, estava um Farense a impedir esse facto, logo na primeira fase de construção. Mesmo assim, Rui Correia, João Camacho, Vincent Hill, Azouni e Kalindi obrigaram ao guarda-redes do Farense a defesas com perigo relativo. O Farense estava no jogo de forma mais expectante e espreitava os erros do adversário, respondendo com uma bela oportunidade de golo. Uma triangulação no meio dos defesas alvinegros, com Madi Queta a rematar para o poste mais distante e, com Riccardo Piscitelli com uma palmada a desviar a bola. Ao intervalo, o marcador ainda não havia sofrido alterações. No reatamento, o Farense criou uma sequência de situações de perigo, com a defesa alvinegra a sentir algumas dificuldades. O primeiro remate de Licá originou um calafrio e na sequência de três cantos consecutivos, André Pinto surgiu de cabeça, de forma fulgurante, a inaugurar o marcador. Na resposta, aos 56' após um livre de fora de área, Vincent Thill, obrigou Defendi a afastar a bola junto ao ângulo, mas quem não marca arrisca-se a sofrer e quando o Nacional estava à procura do empate, um mau passe no meio campo, originou uma jogada de contragolpe para o Farense. Madi Queta desceu pelo flanco, e assistiu Ryan Gauld que rematou para o segundo golo. Um forte revés na hostes madeirenses, mas que ainda assim subiram no terreno na tentativa de contrariar os acontecimentos. João Vigário, do meio da rua e com um remate 'monumental' acabou mesmo por reduzir a desvantagem. O Nacional voltou a acreditar e Bryan Rochez desperdiçou uma boa situação de remate. O jogo estava vivo mas Madi Queta, continuava a dar dores de cabeça ao reduto  defensivo madeirense, surgindo a rematar sobre a barra de Piscitelli. Na entrada da ponta final do jogo, após um centro de Rochez na direita, Pedro Mendes desviou para o empate. Estava feito o mais difícil. No entanto, bem perto do final da partida, um balde de água fria na Choupana. Lucca colocou a bola na área e com toque involuntário, Pedro Mendes desviou a bola para a sua própria baliza

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Nacional acabou por fazer o mais difícil. Depois de ter estado a perder por 2-0, chegou ao empate, mas Pedro Mendes, acabou por borrar a pintura, depois de ter empatado o jogo, acabou por marcar um autogolo. O embate entre Nacional e Farense foi quase todo ele equilibrado, mas já perto do final, Pedro Mendes acabou por desequilibrar os ‘pratos da balança’ para o lado dos forasteiros, que assim, somaram a primeira vitória fora de portas, 19 anos depois. Quanto ao jogo, a primeira parte ficou longe de ser bem sucedida para os alvinegros que acabaram por ser surpreendidos pela forma de atuar dos algarvios. Depois, os madeirenses começaram por ter muitas dificuldades ao nível do passe, situação que acabou por beneficiar os forasteiros, acendendo-lhes a luz da esperança. Os visitantes geriram os erros do adversário com sucesso, ficando bem evidente que os madeirenses precisariam de afinar as saídas para o ataque. A fase inicial foi disputada em toada morna com o Nacional a ter mais iniciativas ofensivas, principalmente com remates de meia distância, testando a atenção de Rafael Defendi. Apesar do meio campo não ter uma fase fluída de jogo, as saídas de bola para o ataque acabaram quase sempre por pecar e penalizar o Nacional, já que do outro lado, estava um Farense a impedir esse facto, logo na primeira fase de construção. Mesmo assim, Rui Correia, João Camacho, Vincent Hill, Azouni e Kalindi obrigaram ao guarda-redes do Farense a defesas com perigo relativo. O Farense estava no jogo de forma mais expectante e espreitava os erros do adversário, respondendo com uma bela oportunidade de golo. Uma triangulação no meio dos defesas alvinegros, com Madi Queta a rematar para o poste mais distante e, com Riccardo Piscitelli com uma palmada a desviar a bola. Ao intervalo, o marcador ainda não havia sofrido alterações. No reatamento, o Farense criou uma sequência de situações de perigo, com a defesa alvinegra a sentir algumas dificuldades. O primeiro remate de Licá originou um calafrio e na sequência de três cantos consecutivos, André Pinto surgiu de cabeça, de forma fulgurante, a inaugurar o marcador. Na resposta, aos 56' após um livre de fora de área, Vincent Thill, obrigou Defendi a afastar a bola junto ao ângulo, mas quem não marca arrisca-se a sofrer e quando o Nacional estava à procura do empate, um mau passe no meio campo, originou uma jogada de contragolpe para o Farense. Madi Queta desceu pelo flanco, e assistiu Ryan Gauld que rematou para o segundo golo. Um forte revés na hostes madeirenses, mas que ainda assim subiram no terreno na tentativa de contrariar os acontecimentos. João Vigário, do meio da rua e com um remate 'monumental' acabou mesmo por reduzir a desvantagem. O Nacional voltou a acreditar e Bryan Rochez desperdiçou uma boa situação de remate. O jogo estava vivo mas Madi Queta, continuava a dar dores de cabeça ao reduto  defensivo madeirense, surgindo a rematar sobre a barra de Piscitelli. Na entrada da ponta final do jogo, após um centro de Rochez na direita, Pedro Mendes desviou para o empate. Estava feito o mais difícil. No entanto, bem perto do final da partida, um balde de água fria na Choupana. Lucca colocou a bola na área e com toque involuntário, Pedro Mendes desviou a bola para a sua própria baliza