Madeirenses estão mais sensibilizados e não cortam pinheiros de forma ilegal

A mensagem está a passar e há cada vez menos pessoas a cortar pinheiros de forma ilegal nas serras madeirenses.A mensagem está a passar e há cada vez menos pessoas a cortar pinheiros de forma ilegal nas serras madeirenses. Disso mesmo se congratulou...

Madeirenses estão mais sensibilizados e não cortam pinheiros de forma ilegal
A mensagem está a passar e há cada vez menos pessoas a cortar pinheiros de forma ilegal nas serras madeirenses.A mensagem está a passar e há cada vez menos pessoas a cortar pinheiros de forma ilegal nas serras madeirenses. Disso mesmo se congratulou o presidente do Instituto de Florestas e Conservação da Natureza, Manuel Filipe, no arranque de nova campanha de sensibilização e fiscalização. “São cada vez menos as pessoas que cortam, de forma ilegal, pinheiros e é sinal que a mensagem está a passar e que a população sabe como poderá obter esses materiais”, regozijou-se. “A população em geral que quer musgo ou ramagens, esses são materiais que nós temos em quantidade, mediante pedido ao Instituto, e que as pessoas depois poderão vir aos locais, devidamente identificados para o efeito, recolher esses materiais em quantidades também que sejam para consumo próprio”, assinalou. Lembrando que as multas podem ir “até algumas centenas de euros”, o responsável adiantou ser “com agrado que adianto que, nos últimos anos, não temos registado contraordenações, portanto, infrações dessa natureza”. Quanto à campanha, Manuel Filipe realçou que esta abrange as escolas, principalmente as do 1.º Ciclo, numa iniciativa que tem ganhado cada vez mais adeptos. “O ano passado chegámos a 17 instituições, este ano, chegámos a 31, num total de 2.500 alunos que se associaram a esta campanha”, acentuou. Dessa forma, explicou que o Instituto enviou “uma rodela de madeira e fizemos o desafio para que as crianças pudessem decorá-la com motivos de Natal e colocar uma mensagem”. As rodelas de madeira decoradas são entregues à população, aquando da abordagem da Polícia Florestal, como forma de a sensibilizar “que pode usufruir de materiais da floresta, desde que seja com regras”.