Mais Porto Santo diz que Câmara do Porto Santo “não pode utilizar verbas públicas ao desbarato”

O Mais Porto Santo chumbou algumas propostas apresentadas pela Câmara Municipal do Porto Santo, em reunião ordinária pública no dia 26 de novembro, por considerar que não defendiam os interesses da população porto-santense. Num primeiro momento,...

Mais Porto Santo diz que Câmara do Porto Santo “não pode utilizar verbas públicas ao desbarato”
O Mais Porto Santo chumbou algumas propostas apresentadas pela Câmara Municipal do Porto Santo, em reunião ordinária pública no dia 26 de novembro, por considerar que não defendiam os interesses da população porto-santense. Num primeiro momento, entendeu o movimento de cidadãos independentes, liderado por José António Castro, deliberar contra a proposta da 12.ª modificação ao Orçamento, que contemplava 13.500 euros para aquisição de dois veículos elétricos que já se encontram ao serviço da edilidade porto-santense.   "A autarquia informou sempre que no final do contrato que as duas viaturas seriam entregues de forma gratuita, o que acabou por ser desmentido pelos próprios presidente e vice-presidente da Câmara, o que é sempre de lamentar. Para além do mais, temos prioridades bem mais importantes, nomeadamente dramas sociais que muitas famílias vivem e a quem devemos acudir imediatamente com tais verbas", vinca o vereador do Mais Porto Santo, para quem os dinheiros públicos têm de ser distribuídos de forma mais equitativa e imparcial.   "Por isso, exigimos que fosse retirada da ordem de trabalhos as propostas de celebração de contratos-programa com quatro associações desportivas locais, por considerarmos que não iriam ser repartidas de forma justa, com base em critérios seletivos, tendo em conta os respetivos cadernos de encargos e programa de atividades", explica José António Castro.    “Outro dos aspetos que choca o Mais Porto Santo é o facto da Associação de Produtores da Ilha do Porto Santo (APIPS) ter sido esquecida em relação a naturais apoios, tendo em conta o trabalho que executa” lê-se em nota de imprensa enviada ao JM. "Já o dissemos inúmeras vezes, que não iríamos pactuar com jogadas de bastidores ou com situações dúbias, só porque não gostamos de determinadas pessoas. Os interesses do Porto Santo e dos porto-santenses têm de estar acima de todas as quezílias partidárias e pessoais", avisa o vereador José António Castro.