Partido RIR pede ao Ministério Público que investigue alegado "saco azul" no Ginásio de Santo António

O Partido RIR vai pedir ao Ministério Público uma investigação à gestão de um suposto "saco azul" existente no Ginásio de Santo António. Esta investigação deverá ainda contemplar os outros dois ginásios, bem como o Centro Comunitário do Funchal,...

Partido RIR pede ao Ministério Público que investigue alegado "saco azul" no Ginásio de Santo António
O Partido RIR vai pedir ao Ministério Público uma investigação à gestão de um suposto "saco azul" existente no Ginásio de Santo António. Esta investigação deverá ainda contemplar os outros dois ginásios, bem como o Centro Comunitário do Funchal, todos geridos pela Câmara Municipal do Funchal, onde supostamente existem diversas irregularidades. "O nosso Partido teve conhecimento de que os utentes destes espaços, contribuem com donativos, para suportar algumas despesas, com as actividades dos mesmos, contudo existia, no caso de Santo António uma prestação de contas aos "delegados de turma", o que parece que, a Sra. Vereadora com o pelouro destes espaços, já não o quer fazer. O Partido RIR, recebeu uma carta, dando conhecimento desta grave situação, carta essa que também foi entregue na Assembleia Municipal do Funchal e a todos os Partidos com representação nesta Assembleia. Entendemos que face às acusações feitas, a CMF deve pronunciar-se, dando o seguimento adequado a estas supostas irregularidades. Tivemos ainda conhecimento, que os ginásios, não estão a funcionar em pleno, havendo interrupções muito longas (Natal,Páscoa,Carnaval), o que prejudica e muito os utentes destes ginásios e que das 7 horas de trabalho diário previstas para os professores, estas não ultrapassam as 5 horas, tendo mesmo havido uma diminuição do número de aulas, como se não bastasse a maioria dos profissionais, fazem um horário continuo, ficando o Ginásio, por vezes entregue a um administrativo e uma empregada de limpeza, o que é inadmissível.  O Partido RIR soube ainda que à sexta-feira estes espaços estão reduzidos aos "serviços mínimos", o que uma vez mais é reprovável e injusto. Não podemos deixar de referir, que entre 2011 e 2019, este suposto "saco azul", movimentou alguns milhares de euros e que actualmente, possuí um saldo de  cerca de 4.200 euros, que após, as novas regras impostas pela Sra. Vereadora, será de difícil gestão, pelo que esta situação merece a atenção do Ministério Público e da CMF", lê-se no comunicado enviado à imprensa por Roberto Vieira.