Pelo menos 17 mortos e 9 feridos durante tentativa de fuga de prisão venezuelana

Pelo menos 17 pessoas morreram e nove ficaram feridas, na sexta-feira, durante uma tentativa de fuga no Centro Penitenciário de Los Llanos (Cepella), situado em Guanare, no Estado venezuelano de Portuguesa (430 quilómetros a sudoeste de Caracas). Segundo as rádios locais, os presos atacaram os oficiais da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar) que guardam as áreas externas do Cepella, desencadeando momentos de violência. Segundo a ministra venezuelana de Serviço Penitenciário, Iris Varela, entre os feridos está o diretor da prisão, Carlos Toro, que terá sido agredido “com uma arma branca” pelos detidos. O diretor da prisão estaria a tentar falar com os detidos quando foi agredido. Após a agressão, os presos terão rebentado as grades de segurança para fugirem. Entretanto, o diário venezuelano Últimas Notícias, tido como próximo do regime, cita a ministra e fontes militares e avança que o número de mortos é de 41. O jornal refere ainda que a tenente Escarlet González Arenas foi ferida por fragmentos de uma granada. Funcionários do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas (CICPC, antiga Polícia Técnica Judiciária) dirigiram-se ao local para investigar a situação e identificar mortos e feridos.

Pelo menos 17 mortos e 9 feridos durante tentativa de fuga de prisão venezuelana
Pelo menos 17 pessoas morreram e nove ficaram feridas, na sexta-feira, durante uma tentativa de fuga no Centro Penitenciário de Los Llanos (Cepella), situado em Guanare, no Estado venezuelano de Portuguesa (430 quilómetros a sudoeste de Caracas). Segundo as rádios locais, os presos atacaram os oficiais da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar) que guardam as áreas externas do Cepella, desencadeando momentos de violência. Segundo a ministra venezuelana de Serviço Penitenciário, Iris Varela, entre os feridos está o diretor da prisão, Carlos Toro, que terá sido agredido “com uma arma branca” pelos detidos. O diretor da prisão estaria a tentar falar com os detidos quando foi agredido. Após a agressão, os presos terão rebentado as grades de segurança para fugirem. Entretanto, o diário venezuelano Últimas Notícias, tido como próximo do regime, cita a ministra e fontes militares e avança que o número de mortos é de 41. O jornal refere ainda que a tenente Escarlet González Arenas foi ferida por fragmentos de uma granada. Funcionários do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas (CICPC, antiga Polícia Técnica Judiciária) dirigiram-se ao local para investigar a situação e identificar mortos e feridos.