Petição de Cristina Ferreira contra o 'cyberbullying' já tem quase 50 mil assinaturas

"Contra o ódio e a agressão gratuita na internet" é como se chama a petição criada por Cristina Ferreira. Quase 50 mil pessoas já assinaram o documento que a apresentadora da TVI quer que seja discutido na Assembleia da República. Tudo começou na semana passada, quando, numa entrevista no Jornal das 8, da TVI, a apresentadora falou sobre o tema do seu último livro, a que deu o título "Pra Cima de Puta". Explanando o porquê desta sua decisão e baseando-se em psiquiatras e na Declaração Universal dos Direitos Humanos - que diz que todos têm direito a proteção contra a discriminação - Cristina Ferreira escreve ainda no texto da petição que "esta imensa maldade não pode subsistir e servir de escola às nossas crianças. O cyberbullying tortura milhares de crianças, que crescem com problemas sérios e chegam até a suicidar-se. Permito-me temer que continuarmos a ignorar este estado de coisas acarretará consequências devastadoras, irreversíveis – será matar a cidadania e a democracia". Sobre o título que deu ao seu livro, a também empresária diz que este "é uma chamada de atenção". "Não quero que tenham pena de mim ou da minha família. Não vou sequer ganhar um tostão; vou doar todas as receitas, como já fiz no meu livro anterior. Quero, isso sim, que este debate se faça. Para que todos nós, hoje, e os nossos filhos, amanhã, não sejamos gente menor do que poderíamos ser. Debatamos o assunto, para que ele se torne também incontornável a nível político. Conto com as assinaturas de todas e todos os que sonham sempre com um Portugal Melhor. E evoluir a este nível está claramente ao nosso alcance", afirma.

Petição de Cristina Ferreira contra o 'cyberbullying' já tem quase 50 mil assinaturas
"Contra o ódio e a agressão gratuita na internet" é como se chama a petição criada por Cristina Ferreira. Quase 50 mil pessoas já assinaram o documento que a apresentadora da TVI quer que seja discutido na Assembleia da República. Tudo começou na semana passada, quando, numa entrevista no Jornal das 8, da TVI, a apresentadora falou sobre o tema do seu último livro, a que deu o título "Pra Cima de Puta". Explanando o porquê desta sua decisão e baseando-se em psiquiatras e na Declaração Universal dos Direitos Humanos - que diz que todos têm direito a proteção contra a discriminação - Cristina Ferreira escreve ainda no texto da petição que "esta imensa maldade não pode subsistir e servir de escola às nossas crianças. O cyberbullying tortura milhares de crianças, que crescem com problemas sérios e chegam até a suicidar-se. Permito-me temer que continuarmos a ignorar este estado de coisas acarretará consequências devastadoras, irreversíveis – será matar a cidadania e a democracia". Sobre o título que deu ao seu livro, a também empresária diz que este "é uma chamada de atenção". "Não quero que tenham pena de mim ou da minha família. Não vou sequer ganhar um tostão; vou doar todas as receitas, como já fiz no meu livro anterior. Quero, isso sim, que este debate se faça. Para que todos nós, hoje, e os nossos filhos, amanhã, não sejamos gente menor do que poderíamos ser. Debatamos o assunto, para que ele se torne também incontornável a nível político. Conto com as assinaturas de todas e todos os que sonham sempre com um Portugal Melhor. E evoluir a este nível está claramente ao nosso alcance", afirma.