Presidente da Assembleia Legislativa mostra-se preocupado com a ajuda aos mais carenciados

O presidente da Assembleia Legislativa da Madeira mostra-se preocupado com o aumento dos pedidos de ajuda das famílias, devido à paragem da economia forçada pela pandemia do Covid-19. No final desta manhã José Manuel Rodrigues teve duas reuniões, com a presidente do Banco Alimentar Contra a Fome na Madeira , Fátima Aveiro e com o presidente da Cáritas Diocesana do Funchal, Duarte Pacheco, para antecipar medidas para fazer face ao cenário de crise social e económica que se aproxima. José Manuel Rodrigues reconhece que a pandemia, que obrigou ao decreto do estado de emergência, lança sobre a sociedade madeirense "um dos maiores desafios" de sempre que é o de proteger os grupos mais vulneráveis. O governante refere que "os trabalhadores precários ou informais (como as empregadas domésticas, os recibos verdes, os trabalhadores ao dia ou à jornada na agricultura, etc...), as famílias sem rendimento certo, os desempregados, os dependentes do rendimento social de inserção e em particular os idosos com baixas pensões são quem mais vai sentir as dificuldades de subsistência nesta conjuntura". Por outro lado, aponta que "o fecho das escolas trouxe outros desafios às famílias, que é a realização de mais refeições em casa, uma dificuldade acrescida principalmente para as famílias de parcos rendimentos e abrangidas pela ação social". É nesse sentido, "tentando antecipar cenários de dificuldade mais graves, e para que se possa minimizar os impactos e as carências nas famílias", que o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira está a ouvir estas instituições particulares de solidariedade social para se inteirar das suas dificuldades e sair em seu auxílio.   Fátima Aveiro diz que "a situação já é muito grave porque devido à pandemia não é possível avançar com a campanha de recolha de bens alimentares nos supermercados que estava agendada para o mês de maio. Nas últimas duas semanas quase cinco dezenas de famílias pediram ajuda direta a esta instituição, que as encaminhou para as 26 instituições apoiadas pelo Banco Alimentar". Num referido comunicado da ALRAM, consta que por semana, na Madeira esta IPSS distribui entre 8 a 10 toneladas de excedentes, doados por várias empresas da Região. Para dar continuidade ao trabalho que vem desenvolvendo precisa de pelo menos 20 toneladas de alimentos secos, para satisfazer as necessidades básicas alimentares das mais de 6 mil pessoas que vem apoiando e das restantes que estão a "bater à porta" das diferentes instituições apoiadas pelo Banco Alimentar. No passado o Banco Alimentar apoiou 44 instituições com 544,5 toneladas de alimentos que beneficiaram 8.343 pessoas. O valor dos alimentos distribuídos em 2019 superou os 660 mil euros. A campanha de doações on-line está ativa. Este canal permite a doação de alimentos por parte de particulares, empresas e entidades diversas, de qualquer ponto do mundo, bastando aceder ao site www.alimentestaideia.pt e para ajudar quem reside no arquipélago basta seguir as instruções e selecionar o Banco Alimentar da Madeira.    A nota menciona também que a  Cáritas cancelou o peditório de rua de março e confirma o aumento dos pedidos de apoio. Cerca de 40 novas solicitações de famílias deram entrada neste serviço da Diocese do Funchal. "A Cáritas apoia por ano cerca de 500 famílias, mas perante os números das últimas semanas estima que mais residentes na Madeira venham a pedir auxílio, pelo que além donativos, esta instituição vai necessitar de voluntários, uma vez que uma parte significativa dos colaboradores são idosos, a quem é pedido para que permaneçam em casa".   Devido à pandemia e ao estado de emergência o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira cancelou as visitas às instituições particulares de solidariedade do social (IPSS) mas dá continuidade ao projeto 'Parlamento Mais Perto Social' agora auscultando as IPPS que prestam ajuda alimentar de modo a ir ao encontro das suas principais carências, quer elas sejam de donativos ou de recursos técnicos ou humanos.

Presidente da Assembleia Legislativa mostra-se preocupado com a ajuda aos mais carenciados
O presidente da Assembleia Legislativa da Madeira mostra-se preocupado com o aumento dos pedidos de ajuda das famílias, devido à paragem da economia forçada pela pandemia do Covid-19. No final desta manhã José Manuel Rodrigues teve duas reuniões, com a presidente do Banco Alimentar Contra a Fome na Madeira , Fátima Aveiro e com o presidente da Cáritas Diocesana do Funchal, Duarte Pacheco, para antecipar medidas para fazer face ao cenário de crise social e económica que se aproxima. José Manuel Rodrigues reconhece que a pandemia, que obrigou ao decreto do estado de emergência, lança sobre a sociedade madeirense "um dos maiores desafios" de sempre que é o de proteger os grupos mais vulneráveis. O governante refere que "os trabalhadores precários ou informais (como as empregadas domésticas, os recibos verdes, os trabalhadores ao dia ou à jornada na agricultura, etc...), as famílias sem rendimento certo, os desempregados, os dependentes do rendimento social de inserção e em particular os idosos com baixas pensões são quem mais vai sentir as dificuldades de subsistência nesta conjuntura". Por outro lado, aponta que "o fecho das escolas trouxe outros desafios às famílias, que é a realização de mais refeições em casa, uma dificuldade acrescida principalmente para as famílias de parcos rendimentos e abrangidas pela ação social". É nesse sentido, "tentando antecipar cenários de dificuldade mais graves, e para que se possa minimizar os impactos e as carências nas famílias", que o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira está a ouvir estas instituições particulares de solidariedade social para se inteirar das suas dificuldades e sair em seu auxílio.   Fátima Aveiro diz que "a situação já é muito grave porque devido à pandemia não é possível avançar com a campanha de recolha de bens alimentares nos supermercados que estava agendada para o mês de maio. Nas últimas duas semanas quase cinco dezenas de famílias pediram ajuda direta a esta instituição, que as encaminhou para as 26 instituições apoiadas pelo Banco Alimentar". Num referido comunicado da ALRAM, consta que por semana, na Madeira esta IPSS distribui entre 8 a 10 toneladas de excedentes, doados por várias empresas da Região. Para dar continuidade ao trabalho que vem desenvolvendo precisa de pelo menos 20 toneladas de alimentos secos, para satisfazer as necessidades básicas alimentares das mais de 6 mil pessoas que vem apoiando e das restantes que estão a "bater à porta" das diferentes instituições apoiadas pelo Banco Alimentar. No passado o Banco Alimentar apoiou 44 instituições com 544,5 toneladas de alimentos que beneficiaram 8.343 pessoas. O valor dos alimentos distribuídos em 2019 superou os 660 mil euros. A campanha de doações on-line está ativa. Este canal permite a doação de alimentos por parte de particulares, empresas e entidades diversas, de qualquer ponto do mundo, bastando aceder ao site www.alimentestaideia.pt e para ajudar quem reside no arquipélago basta seguir as instruções e selecionar o Banco Alimentar da Madeira.    A nota menciona também que a  Cáritas cancelou o peditório de rua de março e confirma o aumento dos pedidos de apoio. Cerca de 40 novas solicitações de famílias deram entrada neste serviço da Diocese do Funchal. "A Cáritas apoia por ano cerca de 500 famílias, mas perante os números das últimas semanas estima que mais residentes na Madeira venham a pedir auxílio, pelo que além donativos, esta instituição vai necessitar de voluntários, uma vez que uma parte significativa dos colaboradores são idosos, a quem é pedido para que permaneçam em casa".   Devido à pandemia e ao estado de emergência o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira cancelou as visitas às instituições particulares de solidariedade do social (IPSS) mas dá continuidade ao projeto 'Parlamento Mais Perto Social' agora auscultando as IPPS que prestam ajuda alimentar de modo a ir ao encontro das suas principais carências, quer elas sejam de donativos ou de recursos técnicos ou humanos.