Processos de falências, insolvências e recuperação de empresas atingem os valores mais baixos desde 2015

De acordo com a informação da Direção Geral de Política de Justiça (DGPJ), o número de processos entrados na Comarca da Madeira relacionados com processos de falência, insolvência e recuperação de empresas diminuiu sucessivamente e de forma acentuada entre 2015 (479) e 2018 (276). Em 2019, registou-se uma inversão desta tendência, com um aumento de 11,6% do número processos entrados face a 2018. Os números mais recentes referentes ao 1.º e 2.º trimestres de 2020 (53 e 49, respetivamente) são os mais baixos da série disponível, com início no 1.º trimestre de 2015. Segundo dados da Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM), o número de processos findos acompanhou a evolução dos processos entrados, diminuindo entre 2015 e 2018, e crescendo em 2019, contudo mantendo-se sempre a um nível superior. A evolução favorável dos processos findos face aos entrados justifica o decréscimo observado nos processos pendentes, que passaram de 84 em 2015 a 32 em 2019. No 1.º e 2.º trimestres de 2020, contabilizaram-se 48 e 44 processos findos, respetivamente, os valores mais baixos da série. No que respeita aos pendentes, nos referidos trimestres verificaram-se variações homólogas de +37,0% e +7,7%, pela mesma ordem, sendo que em termos absolutos, no 1.º e 2.º trimestres de 2020 foram contabilizados em situação pendente 37 e 42 processos, respetivamente. No que respeita aos processos de falência e insolvência decretados "notou-se uma tendência decrescente entre 2015 e 2018, havendo uma inversão em 2019, com um aumento face ao ano precedente de 7,1%". Relativamente ao tipo de pessoa envolvida nas falências/insolvências decretadas, "o peso das pessoas singulares no total dos processos foi superior ao das pessoas coletivas na quase totalidade dos trimestres em análise, excetuando-se apenas o 2.º trimestre de 2020. Das 38 falências/insolvências decretadas neste trimestre, 21 foram de pessoas coletivas e 17 de pessoas singulares", refere a DREM. Analisando por ano, constatam ainda que no período 2015-2019, em cada quatro falências/insolvências decretadas, uma diz respeito a pessoas coletivas e três a pessoas singulares.

Processos de falências, insolvências e recuperação de empresas atingem os valores mais baixos desde 2015
De acordo com a informação da Direção Geral de Política de Justiça (DGPJ), o número de processos entrados na Comarca da Madeira relacionados com processos de falência, insolvência e recuperação de empresas diminuiu sucessivamente e de forma acentuada entre 2015 (479) e 2018 (276). Em 2019, registou-se uma inversão desta tendência, com um aumento de 11,6% do número processos entrados face a 2018. Os números mais recentes referentes ao 1.º e 2.º trimestres de 2020 (53 e 49, respetivamente) são os mais baixos da série disponível, com início no 1.º trimestre de 2015. Segundo dados da Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM), o número de processos findos acompanhou a evolução dos processos entrados, diminuindo entre 2015 e 2018, e crescendo em 2019, contudo mantendo-se sempre a um nível superior. A evolução favorável dos processos findos face aos entrados justifica o decréscimo observado nos processos pendentes, que passaram de 84 em 2015 a 32 em 2019. No 1.º e 2.º trimestres de 2020, contabilizaram-se 48 e 44 processos findos, respetivamente, os valores mais baixos da série. No que respeita aos pendentes, nos referidos trimestres verificaram-se variações homólogas de +37,0% e +7,7%, pela mesma ordem, sendo que em termos absolutos, no 1.º e 2.º trimestres de 2020 foram contabilizados em situação pendente 37 e 42 processos, respetivamente. No que respeita aos processos de falência e insolvência decretados "notou-se uma tendência decrescente entre 2015 e 2018, havendo uma inversão em 2019, com um aumento face ao ano precedente de 7,1%". Relativamente ao tipo de pessoa envolvida nas falências/insolvências decretadas, "o peso das pessoas singulares no total dos processos foi superior ao das pessoas coletivas na quase totalidade dos trimestres em análise, excetuando-se apenas o 2.º trimestre de 2020. Das 38 falências/insolvências decretadas neste trimestre, 21 foram de pessoas coletivas e 17 de pessoas singulares", refere a DREM. Analisando por ano, constatam ainda que no período 2015-2019, em cada quatro falências/insolvências decretadas, uma diz respeito a pessoas coletivas e três a pessoas singulares.