Professores da Madeira apreensivos depois de terem sido vacinados com a AstraZeneca

"Se antes da vacinação os professores já estavam ansiosos e apreensivos, agora estão muito mais." Mais ainda depois de na Região terem sido administradas aos docentes e não docentes as vacinas da AstraZeneca. As palavras são de António Pinho, presidente do Sindicato Democrático dos Professores da Madeira, que, embora com algumas "reservas em emitir uma opinião" em relação a este assunto, considera que houve "uma precipitação em retomar a vacinação com a AstraZeneca". Na sua opinião, seria mais lógico aguardar "mais algum tempo para realmente os entendidos na matéria tomarem uma decisão em relação aos efeitos secundários" que possam surgir. Por isso, e depois de esta vacina ter sido suspensa e "depois ter sido retomada" afirma que esta situação é "uma trapalhada", até porque "não se percebe exatamente o que está na origem de tudo isto". Outra queixa que tem chegado ao Sindicato Democrático dos Professores da Madeira prende-se com o facto de a legislação não prever as reações adversas após a toma da vacina, levando muitos professores a mostrarem a sua indignação por não saberem como justificar as faltas. "Ou metem artigos, ou, em última instância, se for prolongado, metem baixa".     

Professores da Madeira apreensivos depois de terem sido vacinados com a AstraZeneca
"Se antes da vacinação os professores já estavam ansiosos e apreensivos, agora estão muito mais." Mais ainda depois de na Região terem sido administradas aos docentes e não docentes as vacinas da AstraZeneca. As palavras são de António Pinho, presidente do Sindicato Democrático dos Professores da Madeira, que, embora com algumas "reservas em emitir uma opinião" em relação a este assunto, considera que houve "uma precipitação em retomar a vacinação com a AstraZeneca". Na sua opinião, seria mais lógico aguardar "mais algum tempo para realmente os entendidos na matéria tomarem uma decisão em relação aos efeitos secundários" que possam surgir. Por isso, e depois de esta vacina ter sido suspensa e "depois ter sido retomada" afirma que esta situação é "uma trapalhada", até porque "não se percebe exatamente o que está na origem de tudo isto". Outra queixa que tem chegado ao Sindicato Democrático dos Professores da Madeira prende-se com o facto de a legislação não prever as reações adversas após a toma da vacina, levando muitos professores a mostrarem a sua indignação por não saberem como justificar as faltas. "Ou metem artigos, ou, em última instância, se for prolongado, metem baixa".