PS: “Governo Regional falhou o objetivo de cobertura de médico de família à população”

O PS-Madeira acusou, hoje, o Governo Regional de ter falhado o objetivo de cobertura de médico de família à população da Região. Em conferência de imprensa, Sofia Canha ressaltou que apesar de o executivo de Miguel Albuquerque ter estipulado que a Região teria uma taxa de cobertura de médicos de família de 80% em 2019, "os números não traduzem essa promessa". "Há mais de 87.000 pessoas sem acesso a cuidados de saúde familiar na Madeira e no Porto Santo", sublinhou, recordando que, em 2017, a Madeira, Lisboa e o Algarve eram 2017, as regiões do país com maior carência de médicos de família, tendo Portugal continental passado de uma taxa de 12,9% de cidadãos sem médico de família, em 2013, para 6,8% em 2018. Mais lembrou que, em 2020, a Madeira foi a região do país com a mais elevada taxa de risco de pobreza em 2020 (32,9%), deixando o alerta de que "milhares de pessoas poderão estar privados de cuidados de saúde primários, por haver uma larga percentagem de pessoas excluídas das listas médicas e porque não têm condições económicas para recorrer aos privados". Posto isto, a parlamentar sublinha a necessidade de “assegurar que todos os cidadãos têm acesso a cuidados de saúde” e uma melhor racionalização de recursos, que "não abundam na medida das necessidades ideais". "Em vez de se fomentar a medicina preventiva, está-se a promover o recurso às urgências", lamentou, acrescentando que há que “definir prioridades e necessidades com justiça e equidade”.

PS: “Governo Regional falhou o objetivo de cobertura de médico de família à população”
O PS-Madeira acusou, hoje, o Governo Regional de ter falhado o objetivo de cobertura de médico de família à população da Região. Em conferência de imprensa, Sofia Canha ressaltou que apesar de o executivo de Miguel Albuquerque ter estipulado que a Região teria uma taxa de cobertura de médicos de família de 80% em 2019, "os números não traduzem essa promessa". "Há mais de 87.000 pessoas sem acesso a cuidados de saúde familiar na Madeira e no Porto Santo", sublinhou, recordando que, em 2017, a Madeira, Lisboa e o Algarve eram 2017, as regiões do país com maior carência de médicos de família, tendo Portugal continental passado de uma taxa de 12,9% de cidadãos sem médico de família, em 2013, para 6,8% em 2018. Mais lembrou que, em 2020, a Madeira foi a região do país com a mais elevada taxa de risco de pobreza em 2020 (32,9%), deixando o alerta de que "milhares de pessoas poderão estar privados de cuidados de saúde primários, por haver uma larga percentagem de pessoas excluídas das listas médicas e porque não têm condições económicas para recorrer aos privados". Posto isto, a parlamentar sublinha a necessidade de “assegurar que todos os cidadãos têm acesso a cuidados de saúde” e uma melhor racionalização de recursos, que "não abundam na medida das necessidades ideais". "Em vez de se fomentar a medicina preventiva, está-se a promover o recurso às urgências", lamentou, acrescentando que há que “definir prioridades e necessidades com justiça e equidade”.