“PS põe em causa 6 mil empregos e mais de 2 mil empresas na Madeira”, critica Sara Madruga da Costa

A deputada Social-democrata diz-se incrédula com o voto contra do PS à proposta de alteração que visava integrar, no Orçamento de Estado para 2021 e com efeitos imediatos, a prorrogação dos benefícios fiscais da Zona Franca da Madeira. “Era expectável, mas ainda chegamos a acreditar que o bom senso pudesse vencer”, lamenta. “Assistimos hoje a mais um momento de verdade e a mais uma grande injustiça, por parte do Partido Socialista em relação à Madeira e é importante que todos os Madeirenses estejam cientes de que este Partido, com esta votação, colocou em causa 6 mil empregos, mais de 2 mil empresas e uma receita fiscal a rondar os 120 milhões de euros para a Região”, afirma a deputada Sara Madruga da Costa, reagindo ao voto contra do PS à proposta que visava a prorrogação dos benefícios fiscais da Zona Franca, a partir de janeiro de 2021. Uma proposta que, apresentada pelo PSD/M, foi esta tarde chumbada, na discussão na especialidade do Orçamento de Estado para 2021, com os votos contra do PS, BE, PCP e PAN. “Com este comportamento execrável, o PS obriga a Madeira a uma corrida contra o tempo, para conseguir fazer aprovar a prorrogação autorizada pela União Europeia, nos poucos dias que ainda restam”, explica a deputada Social-democrata, que critica o desrespeito deste Partido pelos interesses da Região, “numa matéria tão fundamental que, nesta altura, coloca em causa o emprego e a nossa receita fiscal”. Sara Madruga da Costa que é taxativa ao afirmar que esta votação do PS deixa mais uma vez evidente que “a Madeira continua a estar no último lugar da lista de prioridades de António Costa e do Partido Socialista”, ainda que garanta que o PSD/M não vai desistir do CINM. “Assumimos, agora e ainda com maior afinco, o compromisso de fazermos tudo o que estiver ao nosso alcance para pedir o agendamento urgente da nossa outra iniciativa na Assembleia da República, nos plenários que forem agendados em dezembro e se o PS julga que é desta forma que nos faz abdicar de princípios essenciais e da defesa da Madeira, desengane-se”, rematou.

“PS põe em causa 6 mil empregos e mais de 2 mil empresas na Madeira”, critica Sara Madruga da Costa
A deputada Social-democrata diz-se incrédula com o voto contra do PS à proposta de alteração que visava integrar, no Orçamento de Estado para 2021 e com efeitos imediatos, a prorrogação dos benefícios fiscais da Zona Franca da Madeira. “Era expectável, mas ainda chegamos a acreditar que o bom senso pudesse vencer”, lamenta. “Assistimos hoje a mais um momento de verdade e a mais uma grande injustiça, por parte do Partido Socialista em relação à Madeira e é importante que todos os Madeirenses estejam cientes de que este Partido, com esta votação, colocou em causa 6 mil empregos, mais de 2 mil empresas e uma receita fiscal a rondar os 120 milhões de euros para a Região”, afirma a deputada Sara Madruga da Costa, reagindo ao voto contra do PS à proposta que visava a prorrogação dos benefícios fiscais da Zona Franca, a partir de janeiro de 2021. Uma proposta que, apresentada pelo PSD/M, foi esta tarde chumbada, na discussão na especialidade do Orçamento de Estado para 2021, com os votos contra do PS, BE, PCP e PAN. “Com este comportamento execrável, o PS obriga a Madeira a uma corrida contra o tempo, para conseguir fazer aprovar a prorrogação autorizada pela União Europeia, nos poucos dias que ainda restam”, explica a deputada Social-democrata, que critica o desrespeito deste Partido pelos interesses da Região, “numa matéria tão fundamental que, nesta altura, coloca em causa o emprego e a nossa receita fiscal”. Sara Madruga da Costa que é taxativa ao afirmar que esta votação do PS deixa mais uma vez evidente que “a Madeira continua a estar no último lugar da lista de prioridades de António Costa e do Partido Socialista”, ainda que garanta que o PSD/M não vai desistir do CINM. “Assumimos, agora e ainda com maior afinco, o compromisso de fazermos tudo o que estiver ao nosso alcance para pedir o agendamento urgente da nossa outra iniciativa na Assembleia da República, nos plenários que forem agendados em dezembro e se o PS julga que é desta forma que nos faz abdicar de princípios essenciais e da defesa da Madeira, desengane-se”, rematou.