Reino Unido: Inclusão nos corredores aéreos foi satisfatória mas pecou por tardia

A 22 de agosto, o Reino Unido incluiu Portugal nos corredores aéreos o que provocou muita satisfação entre emigrantes. Ainda assim a entrada na ‘lista verde’ é considerada tardia.  “Finalmente temos a nossa liberdade”, regozijou-se Joana Vieira, emigrante madeirense em Londres. A madeirense acredita que ainda “vamos a tempo de aproveitar o nosso verão”.  “Espero que o sol tenho vindo para ficar por longas semanas, mas aliás, português que é português vai a casa com ou sem quarentena”, garantiu.  Maior segurança A enfermeira em solo britânico esteve na Madeira durante junho e julho, ao JM enalteceu a segurança que sentiu na Pérola do Atlântico comparativamente a terras de sua Majestade. “Senti-me 10 vezes mais segura que aqui em Inglaterra. Acho desajustadas todas as medidas que tiveram até hoje de só nos incluírem nesta ‘fase do campeonato’, mas independentemente dos números de casos infetados e dos critérios deles, acho que Portugal teve um controlo epidemiológico que aqui em Inglaterra não tiveram”, realçou.    Aguardado pelos emigrantes Já Isilda de Freitas, emigrante madeirense em Jersey, relatou que este “era um marco aguardado com alguma ansiedade pelos emigrantes portugueses, uma vez que a quarentena obrigatória era impedimento para muitos irem de férias à sua terra natal”. A madeirense explicou também que, devido a esta inclusão, alguns emigrantes atualmente de férias, “mudaram a data de regresso e passam o tempo que estariam em quarentena na sua terra”.  Para a madeirense, “Portugal já devia ter sido incluído no corredor aéreo desde o início”, pois “olhando para o modo como a pandemia foi controlada em Portugal e no Reino Unido, este aprenderia muito se seguisse os métodos portugueses, tanto de controlo inicial como das fases de desconfinamento”, concluiu a emigrante. Leia tudo na edição impressa de hoje do JM.

Reino Unido: Inclusão nos corredores aéreos foi satisfatória mas pecou por tardia
A 22 de agosto, o Reino Unido incluiu Portugal nos corredores aéreos o que provocou muita satisfação entre emigrantes. Ainda assim a entrada na ‘lista verde’ é considerada tardia.  “Finalmente temos a nossa liberdade”, regozijou-se Joana Vieira, emigrante madeirense em Londres. A madeirense acredita que ainda “vamos a tempo de aproveitar o nosso verão”.  “Espero que o sol tenho vindo para ficar por longas semanas, mas aliás, português que é português vai a casa com ou sem quarentena”, garantiu.  Maior segurança A enfermeira em solo britânico esteve na Madeira durante junho e julho, ao JM enalteceu a segurança que sentiu na Pérola do Atlântico comparativamente a terras de sua Majestade. “Senti-me 10 vezes mais segura que aqui em Inglaterra. Acho desajustadas todas as medidas que tiveram até hoje de só nos incluírem nesta ‘fase do campeonato’, mas independentemente dos números de casos infetados e dos critérios deles, acho que Portugal teve um controlo epidemiológico que aqui em Inglaterra não tiveram”, realçou.    Aguardado pelos emigrantes Já Isilda de Freitas, emigrante madeirense em Jersey, relatou que este “era um marco aguardado com alguma ansiedade pelos emigrantes portugueses, uma vez que a quarentena obrigatória era impedimento para muitos irem de férias à sua terra natal”. A madeirense explicou também que, devido a esta inclusão, alguns emigrantes atualmente de férias, “mudaram a data de regresso e passam o tempo que estariam em quarentena na sua terra”.  Para a madeirense, “Portugal já devia ter sido incluído no corredor aéreo desde o início”, pois “olhando para o modo como a pandemia foi controlada em Portugal e no Reino Unido, este aprenderia muito se seguisse os métodos portugueses, tanto de controlo inicial como das fases de desconfinamento”, concluiu a emigrante. Leia tudo na edição impressa de hoje do JM.