‘Revolução’ à vista no futebol português

No âmbito de mais uma edição das Jornadas Anuais da Liga Portugal, apresentaram-se algumas propostas que prometem revolucionar visivelmente o futebol português em termos de estrutura das competições nacionais. No evento realizado ontem, onde participaram oito grupos de trabalho, apresentaram-se propostas de alteração às competições, indo do campeonato até às Taças. As Jornadas Anuais da Liga Portugal destinam-se a promover o debate entre os quadros e gestores das Sociedades Desportivas em torno de preocupações comuns relacionadas com a competição, o marketing, a comunicação, a tecnologia, a prevenção e segurança e, ainda, as áreas jurídica e financeira. Nesse sentido, foram feitas propostas para alterar as competições, a mais significativa de todas prende-se com a "possibilidade de redução da I Liga para 16 equipas em 2022-23, evitando uma sobrecarga do calendário desportivo, tendo em conta a proximidade do Campeonato do Mundo do Catar, permitindo a preparação do novo ciclo da UEFA 2024-2027". Em cima da mesa esteve, ainda, "a criação de um play-off entre o 3.º e o 4.º classificados da II Liga, a ser disputado numa partida, em casa do 3.º classificado", sendo que o vencedor "disputaria depois um segundo play-off, frente ao 16.º classificado da I Liga", para decidir o último participante da competição. Em relação às Taças, estas competições foram também alvo de análise, onde foi proposto que "as meias-finais da Taça de Portugal passem a ser disputadas apenas a uma mão e em estádio neutro" e que a Taça da Liga passe "a ser disputada em 3 fases diferentes". "Uma 1.ª fase, com 16 equipas da II Liga + 12 equipas da I Liga (exceção das equipas participantes nas competições internacionais). A 2.ª fase seria disputada entre as 14 qualificadas da fase inicial + 2 equipas que disputarão a UEFA Europa Conference League. A 3.ª fase seria disputada numa fase de grupos com 12 equipas (8 da 2.ª fase + 4 melhores classificados). 4 grupos de 3 equipas cada, onde o vencedor de cada grupo se qualificaria, então, para a Final 4", explica a nota, descrevendo um novo formato para a Taça da Liga, tornando-a mais apelativa do ponto de vista competitivo. No que ao grupo de trabalho das competições diz respeito, foi ainda lançada a possibilidade do "licenciamento de seis estádios alternativos pela Liga Portugal, nos casos de interdições ou suspensões de recintos, tanto na I Liga, como na II Liga". No plano financeiro, foi analisada a possibilidade da "alteração do critério de calendarização, inclusão das transferências definitivas de treinadores e o melhoramento do critério de transparência".

‘Revolução’ à vista no futebol português
No âmbito de mais uma edição das Jornadas Anuais da Liga Portugal, apresentaram-se algumas propostas que prometem revolucionar visivelmente o futebol português em termos de estrutura das competições nacionais. No evento realizado ontem, onde participaram oito grupos de trabalho, apresentaram-se propostas de alteração às competições, indo do campeonato até às Taças. As Jornadas Anuais da Liga Portugal destinam-se a promover o debate entre os quadros e gestores das Sociedades Desportivas em torno de preocupações comuns relacionadas com a competição, o marketing, a comunicação, a tecnologia, a prevenção e segurança e, ainda, as áreas jurídica e financeira. Nesse sentido, foram feitas propostas para alterar as competições, a mais significativa de todas prende-se com a "possibilidade de redução da I Liga para 16 equipas em 2022-23, evitando uma sobrecarga do calendário desportivo, tendo em conta a proximidade do Campeonato do Mundo do Catar, permitindo a preparação do novo ciclo da UEFA 2024-2027". Em cima da mesa esteve, ainda, "a criação de um play-off entre o 3.º e o 4.º classificados da II Liga, a ser disputado numa partida, em casa do 3.º classificado", sendo que o vencedor "disputaria depois um segundo play-off, frente ao 16.º classificado da I Liga", para decidir o último participante da competição. Em relação às Taças, estas competições foram também alvo de análise, onde foi proposto que "as meias-finais da Taça de Portugal passem a ser disputadas apenas a uma mão e em estádio neutro" e que a Taça da Liga passe "a ser disputada em 3 fases diferentes". "Uma 1.ª fase, com 16 equipas da II Liga + 12 equipas da I Liga (exceção das equipas participantes nas competições internacionais). A 2.ª fase seria disputada entre as 14 qualificadas da fase inicial + 2 equipas que disputarão a UEFA Europa Conference League. A 3.ª fase seria disputada numa fase de grupos com 12 equipas (8 da 2.ª fase + 4 melhores classificados). 4 grupos de 3 equipas cada, onde o vencedor de cada grupo se qualificaria, então, para a Final 4", explica a nota, descrevendo um novo formato para a Taça da Liga, tornando-a mais apelativa do ponto de vista competitivo. No que ao grupo de trabalho das competições diz respeito, foi ainda lançada a possibilidade do "licenciamento de seis estádios alternativos pela Liga Portugal, nos casos de interdições ou suspensões de recintos, tanto na I Liga, como na II Liga". No plano financeiro, foi analisada a possibilidade da "alteração do critério de calendarização, inclusão das transferências definitivas de treinadores e o melhoramento do critério de transparência".