Santa Cruz aprova empréstimo de dois milhões para desafios covid

A Câmara Municipal de Santa Cruz realizou hoje uma reunião extraordinária onde aprovou, por unanimidade, a consulta a instituições financeiras com vista à contratação de um empréstimo destinado à satisfação de necessidades decorrentes da pandemia covid-19. Em causa está um empréstimo de dois milhões de euros, a 20 anos, e com prazo de carência de dois. O presidente da Câmara Municipal explicou que se trata de um recurso extraordinário previsto pela lei e que se torna necessário num momento em que o Município é confrontado com a necessidade de fazer face a um aumento das necessidades de ajudas sociais e outras medidas. Citando a proposta, o autarca Filipe Sousa lembrou que as necessidades resultantes da covid-19 são consequência da diminuição da obtenção de receitas e do surgimento de despesas imprevistas e não englobadas no plano de atividades municipais para 2020. "Assim, é imperioso recorrer a um empréstimo bancário para satisfação das necessidades surgidas nestes tempos excecionais, de modo a reajustar o  orçamento municipal e conceder a necessária robustez para enfrentar os desafios extraordinários decorrentes da pandemia", considerou o presidente da Câmara de Santa Cruz. Filipe Sousa disse que o empréstimo destina-se a apoios/subsídios diretos a famílias carenciadas ao abrigo do Regulamento Municipal do Fundo de Emergência Social, cedência de material informático a agregados carenciados, aquisição de equipamentos de proteção individual, aquisição de bens ou serviços para desinfestação, e outros subsídios, transferências e despesas gerais no âmbito da covid-19.   

A Câmara Municipal de Santa Cruz realizou hoje uma reunião extraordinária onde aprovou, por unanimidade, a consulta a instituições financeiras com vista à contratação de um empréstimo destinado à satisfação de necessidades decorrentes da pandemia covid-19. Em causa está um empréstimo de dois milhões de euros, a 20 anos, e com prazo de carência de dois. O presidente da Câmara Municipal explicou que se trata de um recurso extraordinário previsto pela lei e que se torna necessário num momento em que o Município é confrontado com a necessidade de fazer face a um aumento das necessidades de ajudas sociais e outras medidas. Citando a proposta, o autarca Filipe Sousa lembrou que as necessidades resultantes da covid-19 são consequência da diminuição da obtenção de receitas e do surgimento de despesas imprevistas e não englobadas no plano de atividades municipais para 2020. "Assim, é imperioso recorrer a um empréstimo bancário para satisfação das necessidades surgidas nestes tempos excecionais, de modo a reajustar o  orçamento municipal e conceder a necessária robustez para enfrentar os desafios extraordinários decorrentes da pandemia", considerou o presidente da Câmara de Santa Cruz. Filipe Sousa disse que o empréstimo destina-se a apoios/subsídios diretos a famílias carenciadas ao abrigo do Regulamento Municipal do Fundo de Emergência Social, cedência de material informático a agregados carenciados, aquisição de equipamentos de proteção individual, aquisição de bens ou serviços para desinfestação, e outros subsídios, transferências e despesas gerais no âmbito da covid-19.