“Se estivesse aí, usava a máscara para tapar a cabeça toda”, Pedro Calado para Paulo Cafôfo

Praticamente no fecho do debate mensal, e perante uma intervenção de Paulo Cafôfo, Pedro Calado não se conteve e passou ao contra-ataque. “Entre 2015 e 2017 passamos de uma situação e PAEF para uma situação de retoma, baixamos a dívida pública em 1.5 milhões de euros, na ordem dos 23%, baixamos o desemprego de 18% para 6%, baixamos impostos, estivemos 70 meses consecutivos com a economia a crescer, retomamos o investimento público, pagamos a 40 dias aos fornecedores…” Ora, perante estes dados, o vice-presidente do Governo Regional, direcionando-se diretamente para o deputado socialista disse que “se estivesse na oposição, teria hoje vergonha de defender esses ideais. Se aí estivesse, usava a máscara não apenas para tapar a boca e o nariz, mas sim para tapar a cabeça toda”, disse Pedro Calado, notoriamente indignado. A ‘ira governamental’ resultou da intervenção e Paulo Cafôfo, que questionou onde iria o Governo cortar nas gorduras, uma vez que havia mostrado, ao longo do debatem, não estar interessado “em cortar nos assessores, nas sociedades de desenvolvimento, pergunto em que quais as gorduras em que irá cortar” Mas, a indignação surgiu muito por força da frase, de Paulo Cafôfo, que considerou que “nos tempos de crise é que se vê quem sabe governar”, com Calado, então, a lembrar esse período complicado, mormente entre 2015 e 2017, para deixar um atestado de competência ao PSD.

Praticamente no fecho do debate mensal, e perante uma intervenção de Paulo Cafôfo, Pedro Calado não se conteve e passou ao contra-ataque. “Entre 2015 e 2017 passamos de uma situação e PAEF para uma situação de retoma, baixamos a dívida pública em 1.5 milhões de euros, na ordem dos 23%, baixamos o desemprego de 18% para 6%, baixamos impostos, estivemos 70 meses consecutivos com a economia a crescer, retomamos o investimento público, pagamos a 40 dias aos fornecedores…” Ora, perante estes dados, o vice-presidente do Governo Regional, direcionando-se diretamente para o deputado socialista disse que “se estivesse na oposição, teria hoje vergonha de defender esses ideais. Se aí estivesse, usava a máscara não apenas para tapar a boca e o nariz, mas sim para tapar a cabeça toda”, disse Pedro Calado, notoriamente indignado. A ‘ira governamental’ resultou da intervenção e Paulo Cafôfo, que questionou onde iria o Governo cortar nas gorduras, uma vez que havia mostrado, ao longo do debatem, não estar interessado “em cortar nos assessores, nas sociedades de desenvolvimento, pergunto em que quais as gorduras em que irá cortar” Mas, a indignação surgiu muito por força da frase, de Paulo Cafôfo, que considerou que “nos tempos de crise é que se vê quem sabe governar”, com Calado, então, a lembrar esse período complicado, mormente entre 2015 e 2017, para deixar um atestado de competência ao PSD.