Sindicato dos Jornalistas congratula-se com a permanência da atividade de venda de jornais e revistas

A Direção Regional da Madeira e a Direção Nacional do Sindicato dos Jornalistas (SJ) congratularam-se hoje com a decisão do Governo Regional "de redefinir o funcionamento das tabacarias e quiosques, assegurando a venda de jornais e revistas". Em comunicado enviado às redações, o sindicato destaca que, desta forma, "mantém-se a normalidade democrática, ainda mais importante em contexto de emergência nacional". No quadro da situação atípica atual, o SJ compreende as medidas das autoridades públicas para garantir a segurança e a saúde da população, "contudo não pode deixar de sublinhar que a liberdade de imprensa não deve ser limitada para lá do que é estritamente necessário". Nesse sentido, o SJ procedeu a "diligências e contactos", desde as declarações proferidas pelo presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, "na perspetiva de alertar para o simbolismo da medida anunciada, que acabou por não se concretizar". Apesar da atividade económica na Madeira e no Porto Santo estar parada, o que afeta também os espaços de venda de jornais e revistas, "não deixaria de ser simbólico o encerramento dos quiosques, espaços de garantia da informação", refere o comunicado. Se tal medida fosse para a frente, "importaria distinguir os produtos comercializados nesses estabelecimentos, entre produtos essenciais, como é o caso das publicações informativas, e produtos não essenciais", acrescenta. "Assinalamos que continuam abertos ao público, ainda que com acesso condicionado, todos os supermercados e estações de abastecimento de combustíveis, onde é possível adquirir jornais e revistas tanto nacionais como regionais – e apelamos à população que o faça, porque assim está a valorizar o trabalho dos jornalistas e o bem comum da informação". O sindicato recorda ainda que todos os jornais publicados na Região Autónoma da Madeira permitem o acesso gratuito a todos os produtos jornalísticos através de plataformas online. No caso dos órgãos de comunicação social nacionais também são disponibilizados, de forma gratuita, conteúdos relacionados com a Covid-19. O Sindicato dos Jornalistas "continuará atento no sentido de proteger e garantir que a liberdade de imprensa e a normalidade democrática serão salvaguardadas, mesmo em tempos de crise como a que vivemos por estes dias", referiu. Refira-se que hoje a Presidência do Governo Regional emitiu um comunicado a “determinar que se mantenham em funcionamento" os estabelecimentos de comércio de jornais e revistas, "assegurando as condições de segurança preventiva de contágio, ficando proibida a permanência de clientes no seu interior, devendo os produtos ser colocados à disposição do público à porta ou ao postigo, evitando aglomerados de pessoas, devendo, designadamente, ser controladas as distâncias de segurança, de pelo menos dois metros, a fim de evitar possíveis contágios”. Este comunicado surgiu depois de no domingo Miguel Albuquerque ter anunciado o alargamento das restrições às “atividades de construção civil” e ao “comércio de jornais e revistas”, sugerindo que as tabacarias poderiam “eventualmente” contornar o fecho ao fazer “a entrega domiciliária com segurança”.

Sindicato dos Jornalistas congratula-se com a permanência da atividade de venda de jornais e revistas
A Direção Regional da Madeira e a Direção Nacional do Sindicato dos Jornalistas (SJ) congratularam-se hoje com a decisão do Governo Regional "de redefinir o funcionamento das tabacarias e quiosques, assegurando a venda de jornais e revistas". Em comunicado enviado às redações, o sindicato destaca que, desta forma, "mantém-se a normalidade democrática, ainda mais importante em contexto de emergência nacional". No quadro da situação atípica atual, o SJ compreende as medidas das autoridades públicas para garantir a segurança e a saúde da população, "contudo não pode deixar de sublinhar que a liberdade de imprensa não deve ser limitada para lá do que é estritamente necessário". Nesse sentido, o SJ procedeu a "diligências e contactos", desde as declarações proferidas pelo presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, "na perspetiva de alertar para o simbolismo da medida anunciada, que acabou por não se concretizar". Apesar da atividade económica na Madeira e no Porto Santo estar parada, o que afeta também os espaços de venda de jornais e revistas, "não deixaria de ser simbólico o encerramento dos quiosques, espaços de garantia da informação", refere o comunicado. Se tal medida fosse para a frente, "importaria distinguir os produtos comercializados nesses estabelecimentos, entre produtos essenciais, como é o caso das publicações informativas, e produtos não essenciais", acrescenta. "Assinalamos que continuam abertos ao público, ainda que com acesso condicionado, todos os supermercados e estações de abastecimento de combustíveis, onde é possível adquirir jornais e revistas tanto nacionais como regionais – e apelamos à população que o faça, porque assim está a valorizar o trabalho dos jornalistas e o bem comum da informação". O sindicato recorda ainda que todos os jornais publicados na Região Autónoma da Madeira permitem o acesso gratuito a todos os produtos jornalísticos através de plataformas online. No caso dos órgãos de comunicação social nacionais também são disponibilizados, de forma gratuita, conteúdos relacionados com a Covid-19. O Sindicato dos Jornalistas "continuará atento no sentido de proteger e garantir que a liberdade de imprensa e a normalidade democrática serão salvaguardadas, mesmo em tempos de crise como a que vivemos por estes dias", referiu. Refira-se que hoje a Presidência do Governo Regional emitiu um comunicado a “determinar que se mantenham em funcionamento" os estabelecimentos de comércio de jornais e revistas, "assegurando as condições de segurança preventiva de contágio, ficando proibida a permanência de clientes no seu interior, devendo os produtos ser colocados à disposição do público à porta ou ao postigo, evitando aglomerados de pessoas, devendo, designadamente, ser controladas as distâncias de segurança, de pelo menos dois metros, a fim de evitar possíveis contágios”. Este comunicado surgiu depois de no domingo Miguel Albuquerque ter anunciado o alargamento das restrições às “atividades de construção civil” e ao “comércio de jornais e revistas”, sugerindo que as tabacarias poderiam “eventualmente” contornar o fecho ao fazer “a entrega domiciliária com segurança”.