Taxa de abandono escolar precoce continua a diminuir na Região

A taxa de abandono precoce de educação e formação de 2020 fixou-se na Região em 11,2%, registando uma redução de 2,5 pontos percentuais face ao ano precedente. Não obstante a taxa de abandono precoce regional ser superior à nacional, a DREM observou uma convergência dos valores: enquanto em 2013, essa discrepância era de 7,2%, em 2020 não ultrapassava os 0,8%. Em 2020, tal como nos sete anos anteriores, a taxa em questão é maior para os homens (13,1%) do que para as mulheres (9,1%). No entanto, a aproximação entre as duas taxas ao longo do período em análise é evidente, com o diferencial a passar de 16,5% em 2013 para 4,0 % em 2020. Em 2020, a taxa de aprendizagem ao longo da vida fixou-se em 7,9%, menos 1,0% que em 2019, sendo mais expressiva nas mulheres (9,0%) do que nos homens (6,6%). Esta taxa tem vindo a oscilar no período 2011-2020, atingindo um máximo em 2018 (9,4%), reduzindo-se em 2019 para 8,9%, voltando a cair em 2020 para 7,9%, conforme atrás referido. A nível nacional, esta taxa também desceu 0,5 p.p., mas a mesma mantinha-se acima do valor da RAM em 2,1%, revelando-se um maior afastamento entre a RAM e o país do que no ano precedente (1,6%). Por sua vez, a taxa de escolaridade do nível de ensino superior da população residente na RAM com idade entre 30 e 34 anos (média móvel de 3 anos) fixava-se em 33,4% em 2020 (39,8% nas mulheres e 27,2% nos homens). Apesar desta percentagem ser ainda inferior à média nacional (36,4%), constitui o valor mais alto desde 2013 (1.º ano da série). 17,2% dos jovens não estavam empregados nem a estudar ou em formação Já a percentagem de jovens (15-34 anos) não empregados que não estão em educação nem em formação (NEEF) apresentou uma evolução distinta ao longo do período 2011-2020. Assim, entre 2011 e 2013, momento crítico da economia madeirense, a taxa passou dos 19,1% para os 25,0%, respetivamente, tendo em 2014 iniciado um ciclo descendente até 2019, ano no qual se registou um mínimo da série (13,1%). Em 2020, com a pandemia da covid-19 a provocar uma disrupção económica, a percentagem de jovens não empregados que não estão em educação nem em formação cresceu 4,1 pontos percentuais para os 17,2%. A nível nacional este aumento foi menos substancial, passando a referida taxa dos 9,5% em 2019 para os 11,6% em 2020. A menor discrepância entre a taxa nacional e regional registou-se em 2019 (3,6 pontos percentuais) e a maior em 2015, no qual o valor regional foi superior ao do país em 8,4 %.

Taxa de abandono escolar precoce continua a diminuir na Região
A taxa de abandono precoce de educação e formação de 2020 fixou-se na Região em 11,2%, registando uma redução de 2,5 pontos percentuais face ao ano precedente. Não obstante a taxa de abandono precoce regional ser superior à nacional, a DREM observou uma convergência dos valores: enquanto em 2013, essa discrepância era de 7,2%, em 2020 não ultrapassava os 0,8%. Em 2020, tal como nos sete anos anteriores, a taxa em questão é maior para os homens (13,1%) do que para as mulheres (9,1%). No entanto, a aproximação entre as duas taxas ao longo do período em análise é evidente, com o diferencial a passar de 16,5% em 2013 para 4,0 % em 2020. Em 2020, a taxa de aprendizagem ao longo da vida fixou-se em 7,9%, menos 1,0% que em 2019, sendo mais expressiva nas mulheres (9,0%) do que nos homens (6,6%). Esta taxa tem vindo a oscilar no período 2011-2020, atingindo um máximo em 2018 (9,4%), reduzindo-se em 2019 para 8,9%, voltando a cair em 2020 para 7,9%, conforme atrás referido. A nível nacional, esta taxa também desceu 0,5 p.p., mas a mesma mantinha-se acima do valor da RAM em 2,1%, revelando-se um maior afastamento entre a RAM e o país do que no ano precedente (1,6%). Por sua vez, a taxa de escolaridade do nível de ensino superior da população residente na RAM com idade entre 30 e 34 anos (média móvel de 3 anos) fixava-se em 33,4% em 2020 (39,8% nas mulheres e 27,2% nos homens). Apesar desta percentagem ser ainda inferior à média nacional (36,4%), constitui o valor mais alto desde 2013 (1.º ano da série). 17,2% dos jovens não estavam empregados nem a estudar ou em formação Já a percentagem de jovens (15-34 anos) não empregados que não estão em educação nem em formação (NEEF) apresentou uma evolução distinta ao longo do período 2011-2020. Assim, entre 2011 e 2013, momento crítico da economia madeirense, a taxa passou dos 19,1% para os 25,0%, respetivamente, tendo em 2014 iniciado um ciclo descendente até 2019, ano no qual se registou um mínimo da série (13,1%). Em 2020, com a pandemia da covid-19 a provocar uma disrupção económica, a percentagem de jovens não empregados que não estão em educação nem em formação cresceu 4,1 pontos percentuais para os 17,2%. A nível nacional este aumento foi menos substancial, passando a referida taxa dos 9,5% em 2019 para os 11,6% em 2020. A menor discrepância entre a taxa nacional e regional registou-se em 2019 (3,6 pontos percentuais) e a maior em 2015, no qual o valor regional foi superior ao do país em 8,4 %.