Taxa de juro no crédito à habitação diminuiu na Região em abril

De acordo com dados divulgados hoje pela Direção Regional de Estatística da Madeira, em abril de 2020, a taxa de juro implícita no crédito à habitação, na Região Autónoma da Madeira (RAM), fixou-se em 0,908%, registando um decréscimo de 0,042 pontos percentuais (p.p.) face ao mês anterior (0,950%). Em abril de 2019, a taxa de juro implícita no crédito à habitação era de 1,027%. De acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, o valor médio da prestação vencida para o conjunto dos contratos de crédito à habitação diminuiu para os 257 euros, tendo os juros se fixado nos 44 euros (menos 2€ que no mês anterior) e a amortização nos 213 euros (menos 12€ que no mês anterior). Em abril de 2019, o valor médio da prestação vencida era de 272 euros. O montante do capital médio em dívida para os contratos de crédito à habitação aumentou para 57 976 euros (57 891 euros em março de 2020), sendo que um ano antes era de 58 127 euros. A nível nacional, e no conjunto dos contratos de crédito à habitação, a taxa de juro implícita situou-se em 0,947%, menos 0,051 p.p. que no mês anterior. A prestação média vencida para a globalidade dos contratos diminuiu para os 237 euros, tendo o valor do capital médio em dívida aumentado para os 53 886 euros (53 840 euros no mês precedente), mantendo-se assim a tendência de subida que se verifica desde março de 2019. As reduções das taxas de juros implícitas (calculadas por quociente entre juros pagos e capital em dívida) bem como da prestação média mensal, observadas em abril, poderão estar associadas às alterações decorrentes do regime de moratória, estabelecido no Decreto-Lei nº10-J/2020. A moratória suspende, pelo prazo de seis meses, o pagamento, total ou parcial, da prestação mensal das famílias com o crédito à habitação.

De acordo com dados divulgados hoje pela Direção Regional de Estatística da Madeira, em abril de 2020, a taxa de juro implícita no crédito à habitação, na Região Autónoma da Madeira (RAM), fixou-se em 0,908%, registando um decréscimo de 0,042 pontos percentuais (p.p.) face ao mês anterior (0,950%). Em abril de 2019, a taxa de juro implícita no crédito à habitação era de 1,027%. De acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, o valor médio da prestação vencida para o conjunto dos contratos de crédito à habitação diminuiu para os 257 euros, tendo os juros se fixado nos 44 euros (menos 2€ que no mês anterior) e a amortização nos 213 euros (menos 12€ que no mês anterior). Em abril de 2019, o valor médio da prestação vencida era de 272 euros. O montante do capital médio em dívida para os contratos de crédito à habitação aumentou para 57 976 euros (57 891 euros em março de 2020), sendo que um ano antes era de 58 127 euros. A nível nacional, e no conjunto dos contratos de crédito à habitação, a taxa de juro implícita situou-se em 0,947%, menos 0,051 p.p. que no mês anterior. A prestação média vencida para a globalidade dos contratos diminuiu para os 237 euros, tendo o valor do capital médio em dívida aumentado para os 53 886 euros (53 840 euros no mês precedente), mantendo-se assim a tendência de subida que se verifica desde março de 2019. As reduções das taxas de juros implícitas (calculadas por quociente entre juros pagos e capital em dívida) bem como da prestação média mensal, observadas em abril, poderão estar associadas às alterações decorrentes do regime de moratória, estabelecido no Decreto-Lei nº10-J/2020. A moratória suspende, pelo prazo de seis meses, o pagamento, total ou parcial, da prestação mensal das famílias com o crédito à habitação.