“Trapalhada” do PSD Madeira incomoda Ferro Rodrigues

A Assembleia da República ‘bloqueou’ a transferência de 476 milhões de euros para o Novo Banco, contando com os votos favoráveis dos três deputados sociais democratas madeirenses, que numa primeira fase votaram contra, inviabilizando a proposta da autoria do BE, mas posteriormente alinharam pela restante bancada do PSD, permitindo a aprovação. Esta manhã, antes da votação final do Orçamento de Estado, houve ainda espaço para a discussão das normas avocadas, causando alguma tensão no parlamento. De resto, Governo – representando por Secretários de Estado – pediu mesmo 15 minutos de suspensão dos trabalhos antes das votações das normas avocadas para plenário do parlamento do Orçamento do Estado para 2021, após uma discussão acalorada sobre a anulação da transferência de 476 milhões de euros para o Novo Banco. Mais tarde, mesmo ainda antes da votação, registou-se nova interrupção, esta pedida pelo grupo parlamentar do PS, de 20 minutos. Recorde-se que a surpresa havia acontecido do último dia das votações na especialidade do Orçamento do Estado para 2021 (OE2021, na véspera, quando a proposta do BE – a única dos bloquistas que acabou por ser aprovada – que anula a transferência de 476 milhões de euros do Fundo da Resolução destinada ao Novo Banco teve luz verde, com votos favoráveis do PSD, BE, PCP e PAN. Esta manhã, o tema foi avocado para plenário, tendo motivado uma troca de acusações entre os partidos e avisos do Governo sobre as consequências da decisão da especialidade. Mais tarde. Ainda antes da votação, registou-se nova interrupção, esta pedida pelo grupo parlamentar do PS, de 20 minutos. Depois, realizou-se então a votação, com os três deputados do PSD Madeira a protagonizarem um momento insólito. Haviam solicitado presença física na sala, precisamente porque iriam contraria a disciplina de voto, tendo então Sara Madruga da Costa e Paulo Neves entrado e Sérgio Marques se mantendo por videoconferência. Primeiro, os três sociais democratas madeirense votaram contra, ao contrário do resto da bancada, que votou favoravelmente, acabando por altera para voto favor, acompanhando o sentido de voto da sua bancada. “Vieram cá dentro para dizer que votavam a favor?”, disse Ferro Rodrigues, falando numa “trapalhada”. Com esta alteração, a proposta foi aprovada, quando antes, sem o contributo dos três madeirenses, seria reprovada.

“Trapalhada” do PSD Madeira incomoda Ferro Rodrigues
A Assembleia da República ‘bloqueou’ a transferência de 476 milhões de euros para o Novo Banco, contando com os votos favoráveis dos três deputados sociais democratas madeirenses, que numa primeira fase votaram contra, inviabilizando a proposta da autoria do BE, mas posteriormente alinharam pela restante bancada do PSD, permitindo a aprovação. Esta manhã, antes da votação final do Orçamento de Estado, houve ainda espaço para a discussão das normas avocadas, causando alguma tensão no parlamento. De resto, Governo – representando por Secretários de Estado – pediu mesmo 15 minutos de suspensão dos trabalhos antes das votações das normas avocadas para plenário do parlamento do Orçamento do Estado para 2021, após uma discussão acalorada sobre a anulação da transferência de 476 milhões de euros para o Novo Banco. Mais tarde, mesmo ainda antes da votação, registou-se nova interrupção, esta pedida pelo grupo parlamentar do PS, de 20 minutos. Recorde-se que a surpresa havia acontecido do último dia das votações na especialidade do Orçamento do Estado para 2021 (OE2021, na véspera, quando a proposta do BE – a única dos bloquistas que acabou por ser aprovada – que anula a transferência de 476 milhões de euros do Fundo da Resolução destinada ao Novo Banco teve luz verde, com votos favoráveis do PSD, BE, PCP e PAN. Esta manhã, o tema foi avocado para plenário, tendo motivado uma troca de acusações entre os partidos e avisos do Governo sobre as consequências da decisão da especialidade. Mais tarde. Ainda antes da votação, registou-se nova interrupção, esta pedida pelo grupo parlamentar do PS, de 20 minutos. Depois, realizou-se então a votação, com os três deputados do PSD Madeira a protagonizarem um momento insólito. Haviam solicitado presença física na sala, precisamente porque iriam contraria a disciplina de voto, tendo então Sara Madruga da Costa e Paulo Neves entrado e Sérgio Marques se mantendo por videoconferência. Primeiro, os três sociais democratas madeirense votaram contra, ao contrário do resto da bancada, que votou favoravelmente, acabando por altera para voto favor, acompanhando o sentido de voto da sua bancada. “Vieram cá dentro para dizer que votavam a favor?”, disse Ferro Rodrigues, falando numa “trapalhada”. Com esta alteração, a proposta foi aprovada, quando antes, sem o contributo dos três madeirenses, seria reprovada.