Última hora: Aulas regressam a 14 de abril mas serão dadas à distância

"O terceiro período iniciar-se-á como previsto, no próximo dia 14, mas sem atividades letivas presenciais", anunciou o primeiro-ministro, António Costa, citado pelo JN. "Ainda não chegamos ao dia em que podemos começar a levantar medidas de circulação de afastamento social", afirmou o primeiro-ministro, que está neste momento a prestar declarações sobre este assunto. A decisão foi comunicada esta quinta-feira pelo Governo, depois de ouvir durante dois dias especialistas, representantes da comunidade escolar, partidos, sindicatos e os órgãos consultivos do Ministério da Educação. Desde 16 de março que todos os estabelecimentos de ensino, desde creches a universidades e institutos politécnicos, estão encerrados para conter a propagação do novo coronavírus. Suspendidas as aulas presenciais, cerca de dois milhões de alunos portugueses trocaram as salas de aula pelas suas casas e os professores tiveram de adotar modelos de ensino inovadores, recorrendo a plataformas de "e-learning" e aplicações de videochamada para as aulas, e enviando trabalhos por "e-mail" ou "whatsapp". Porém, ao longo das duas semanas de ensino à distância, pais, professores e diretores escolares alertaram para os vários constrangimentos criados pelo novo modelo, que deixou de fora os alunos mais desfavorecidos que não têm Internet nem equipamentos para conseguir acompanhar as aulas a partir de casa. O Ministério da Educação fez entretanto uma parceria com a RTP para começar a transmitir no 3.º período conteúdos programáticos dirigidos aos alunos do 1.º ao 9.º ano de escolaridade, desconhecendo-se, para já, os contornos da iniciativa.

Última hora: Aulas regressam a 14 de abril mas serão dadas à distância
"O terceiro período iniciar-se-á como previsto, no próximo dia 14, mas sem atividades letivas presenciais", anunciou o primeiro-ministro, António Costa, citado pelo JN. "Ainda não chegamos ao dia em que podemos começar a levantar medidas de circulação de afastamento social", afirmou o primeiro-ministro, que está neste momento a prestar declarações sobre este assunto. A decisão foi comunicada esta quinta-feira pelo Governo, depois de ouvir durante dois dias especialistas, representantes da comunidade escolar, partidos, sindicatos e os órgãos consultivos do Ministério da Educação. Desde 16 de março que todos os estabelecimentos de ensino, desde creches a universidades e institutos politécnicos, estão encerrados para conter a propagação do novo coronavírus. Suspendidas as aulas presenciais, cerca de dois milhões de alunos portugueses trocaram as salas de aula pelas suas casas e os professores tiveram de adotar modelos de ensino inovadores, recorrendo a plataformas de "e-learning" e aplicações de videochamada para as aulas, e enviando trabalhos por "e-mail" ou "whatsapp". Porém, ao longo das duas semanas de ensino à distância, pais, professores e diretores escolares alertaram para os vários constrangimentos criados pelo novo modelo, que deixou de fora os alunos mais desfavorecidos que não têm Internet nem equipamentos para conseguir acompanhar as aulas a partir de casa. O Ministério da Educação fez entretanto uma parceria com a RTP para começar a transmitir no 3.º período conteúdos programáticos dirigidos aos alunos do 1.º ao 9.º ano de escolaridade, desconhecendo-se, para já, os contornos da iniciativa.